quarta-feira, 30 de novembro de 2011

O Poder do Amor



“Amemo-nos uns aos outros e uma luz nova brotará no terreno vivo de nossa alma, constrangendo-nos a sentir que só o trabalho no serviço ao próximo é capaz de conduzir-nos à comunhão com a verdadeira felicidade que decorre de nosso ajustamento às Leis do Pai Celestial.”
"Mais amor", mensagem de Emmanuel pela psicografia de Chico Xavier


O amor nas suas várias nuances é o sentimento sublime a expressar o poder divino em toda a sua máxima expressão. É o sentimento mais verdadeiro que nos liga ao criador. Dele nascem as virtudes irmãs, como a caridade, a fraternidade, a benevolência e a humildade.

Embora a natureza humana careça desse sentimento nobre em toda sua pujança, por apresentar ainda um acentuado “instinto animal" em que predominam a agressividade e intolerância, vemos, dia após dia, crescer o clamor por um mundo melhor onde o amor possa estar presente em todos os actos da nossa caminhada, no sentido de promover uma mudança vibratória indispensável ao florescimento da nossa evolução espiritual.

O amor reveste-se de formas variadas, infinitas, em toda a expressão de vida e nos proporciona, na sua essência mais sublime, uma benção que transforma e fortalece tudo ao seu redor e vai tecendo um roteiro de luz por onde andaremos sem nos incomodarmos com as asperezas do caminho. Os vários tipos de amor vão, aos poucos, transformando e depurando os nossos sentimentos.

Em contrapartida ao comportamento agressivo e egoísta em que sobressai a raiva e a indiferença, o amor que impusermos nas nossas acções reverterá em benefício de todos, com sua luz capaz de extinguir a sombra que nos rodea. Precisamos praticar diariamente esse sentimento divino, presente nos nossos corações, mas que necessita do exercício diário para que brote com toda a sua força e beleza, expressividade e poder de transformação.

A prática do amor pode revestir-se de um grande ensinamento para aqueles com quem convivemos diariamente, pois nas suas diferentes formas e manifestações, mostra o nosso lado divino a conectar-nos ao poder criador do universo, ao poder supremo de Deus. Quando abrimos o nosso espírito à compreensão da luz divina do amor enxergaremos a dor que reina naquele a quem nada falta e poderemos vislumbrar a paz e alegria naquele que pouco tem de material para a sua sobrevivência.

O exercício do amor pode ser praticado em todo lugar e hora, desde que tomemos consciencia da imensa força de transformação de que ele se reveste. Ele deve ser praticado em casa, no nosso convívio familiar e com amigos, através do ensino, do amparo, protecção e exemplo que demonstrarmos, na rua, no trabalho, com pessoas conhecidas ou estranhas através da tolerância, do respeito, paciência, amparo e da ajuda fraterna.

Devemos sempre ter em mente que a terra é uma escola onde estamos a aprender o amor nos seus passos iniciais, vacilantes, saindo daquele amor egoísta e exclusivista para um sentimento maior, de ligação e fraternidade com todos os seres. Procuremos então, disseminar o poder do amor para que a compreensão, o amparo e a benevolência se façam presentes na vida de todos nós e para que possamos ajudar na mudança de vibração do nosso planeta para um mundo mais harmonioso e feliz.

Tudo na vida poderá ser feito pelo poder desse sentimento nobre e elevado. Tudo o que tivermos que enfrentar na nossa experiência evolutiva, nos parecerá mais fácil, mais compreensível e tolerável, se nos guiarmos pelo amor, se o colocarmos como leme a nos levar pelos vários caminhos que tivermos que percorrer, os quais nos parecerão mais leves e tranquilos de atravessar.

Pelo poder transformador que o amor nos confere entenderemos que o sofrimento e as dores são apenas oportunidades benditas para a nossa evolução espiritual e que, se pautarmos a vida através de sua benéfica influência, veremos surgir as soluções para todos os problemas cruciais de nossa existência, trazendo-nos a vontade de lutar, de vencermos os obstáculos que nos pareciam intransponíveis e que agora apresentam-se como passíveis de serem solucionados.

O poder que o amor encerra é capaz de fazer surgir a luz quando nos defrontamos com a sombra, a alegria quando a tristeza nos visita, a esperança quando somos fustigados pelo fracasso, o consolo quando nos advém o sofrimento e a dor, a sabedoria quando nos defrontamos com a ignorância e a fraternidade, quando reerguermos os caídos e os desalentados.

Somos beneficiados quando ofertamos e recebemos o amor, pois, na medida em que ele colabora para a transformação do próximo, está a colaborar também para a nossa transformação, já que é através do seu apelo que aprendemos a libertar sentimentos, como os do perdão, da tolerância e fraternidade. Precisamos aprender a amar a nós mesmos, a fim de que possamos doar esse amor a outrem e sermos propagadores de um sentimento mais puro de fraternidade.

Entendemos que o amor tem um sentido bem amplo e nem sempre a sua demonstração quer dizer o óbvio, ou seja, o amor difere de protecção; não é passarmos a mão na cabeça dos outros, querer fazer as coisas por ele, tentar esconder o que foi praticado erradamente, deixar-se conduzir por ele, não desvincular-se de relações erradas com o argumento de que não conseguimos viver sem o outro. Devemos e precisamos de abrir a nossa mente e fugirmos da idéia de que temos o direito e devemos proteger o objecto da nossa afeição de todos os problemas e dores, aprisionando-os num círculo estreito em que ficarão à mercê da nossa vontade para manipulá-los e muitas vezes, cercearmos a sua liberdade de sentir, fazer e dizer e de seguir sua própria trajectória.

Mas, esse amor restrito faz parte da nossa caminhada; é um primeiro passo para aprendermos o sentido verdadeiro do amor que foi o que o Mestre Jesus quis nos deixar como legado para que pudéssemos caminhar e progredir mais facilmente e o que desejou exemplificar com esse sentimento libertador, ao qual ainda não nos entregamos com toda a compreensão e plenitude.

Vamos procurar colocar mais amor nas nossas acções. Falar, ouvir, sorrir, compartilhar, doar e ajudar no que estiver ao nosso alcance e veremos que, aos poucos, o amor se fará tão presente nas nossas vidas que não conseguiremos mais caminhar sem o seu poder libertador.

Muita paz e luz a todos.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

O Poder do Agora



Não cries resistência sentimental ao agora.
Deixa que as coisas sejam como são.
Ninguém tem uma vida livre de sofrimento e mágoa.
Não é uma questão de aprenderes a viver com isso, em vez de tentares evitar?
A maior parte do sofrimento humano é desnecessária. Ele forma-se sozinho, enquanto a mente superficial governa a nossa vida. O sofrimento que sentimos neste exacto momento é sempre alguma forma de não-aceitação, uma forma de resistência inconsciente ao que é.
No nível do pensamento, a resistência é uma forma de julgamento.
No nível emocional, ela é uma forma de negatividade.
O sofrimento varia de intensidade de acordo com o nosso grau de resistência ao momento actual, e isso, por sua vez, depende da intensidade com que nos identificamos com as nossas mentes. A mente procura sempre negar e escapar do Agora. 
Por outras palavras, quanto mais nos identificamos com as nossas mentes, mais sofremos. Ou ainda, quanto mais respeitamos e aceitamos o Agora, mais nos libertamos da dor, do sofrimento e da mente. Porque a mente tem o hábito de negar ou resistir ao Agora? Porque ela não consegue funcionar e permanecer no controlo sem que esteja associada ao tempo, tanto passado quanto futuro, e assim ela vê o atemporal Agora como algo ameaçador.
Na verdade, o tempo e a mente são inseparáveis.
Imagina a Terra sem a vida humana, habitada apenas por plantas e animais. Será que ainda haveria passado e futuro? Será que as perguntas "que horas são?" ou "que dia é hoje?" teriam algum sentido para um carvalho ou uma águia? Acho que eles ficariam intrigados e responderiam: "Claro que é agora. A hora é agora. O que mais existe?" Não há dúvidas de que precisamos da mente e do tempo, mas, no momento, em que eles assumem o controlo das nossas vidas, surgem os problemas, o sofrimento e a mágoa. Para ter certeza de que permanece no controlo, a mente trabalha o tempo todo para esconder o momento presente com o passado e o futuro. Assim, a vitalidade e o infinito potencial criativo do Ser, que é inseparável do Agora, ficam encobertos pelo tempo e a nossa verdadeira natureza é obscurecida pela mente.
Todos nós sofremos ao ignorar ou negar cada momento precioso ou reduzi-lo a um meio para alcançar algo no futuro, algo que só existe nas nossas mentes, nunca na realidade. O tempo acumulado na mente humana encerra uma grande quantidade de sofrimento cuja origem está no passado. Se não queres gerar mais sofrimento para ti e para os outros, não cries mais tempo, ou, pelo menos, não mais do que o necessário para lidar com os aspectos práticos da tua vida.
Como deixar de "criar" tempo?
Tendo uma profunda consciência de que o momento presente é tudo o que tu tens. Faz do Agora o foco principal da tua vida. Se antes te fixavas no tempo e fazias rápidas visitas ao Agora, inverte essa lógica, fixando-te no Agora e fazendo visitas rápidas ao passado e ao futuro quando precisares de lidar com os aspectos práticos da vida.
Diz sempre "sim" ao momento actual.
O que poderia ser mais insensato do que criar uma resistência interior a alguma coisa que já é?
O que poderia ser mais insensato do que se opor à própria vida, que é agora e sempre agora? Rende-te ao que é. Diz "sim" para a vida e vê como, de repente, a vida começa a trabalhar mais a teu favor em vez de contra ti. Às vezes, o momento actual é inaceitável, desagradável ou terrível. As coisas são como são. Observa como a mente julga continuamente o comportamento, atribuindo nomes às coisas. Entende como esse processo cria sofrimento e infelicidade.
Ao observarmos o mecanismo da mente, escapamos dos padrões de resistência e podemos então permitir que o momento actual exista. Isso dar-te-á a ti uma prova do estado de liberdade interior, o estado da verdadeira paz interior. Vê então o que acontece e parte para a acção, caso necessário ou possível. Aceita, depois aje.
O que queres que o momento actual contenha, aceita-o como uma escolha tua. Trabalha sempre com ele, não contra. Torna-o um amigo e aliado, não o teu inimigo. Isso transformará toda a tua vida, como por milagre.

(autor desconhecido)

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Dança



Tenta descobrir qual o tango que as pessoas dançam. O oprimido já é oprimido mesmo antes de atrair o opressor.E o opressor já o é antes de atrair o oprimido.


Quando eles se atraem, para quem vê de fora, parece incrível, como aquela pessoa pode oprimir tanto a outra. Mas não é bem assim. Eles encaixam e dançam o tango.

E (como vocês dizem) o tango só pode ser dançado a dois. Ninguém consegue dançar o tango sozinho. É só perceber a lógica de cada um. Em cada duas pessoas, há sempre áreas que convergem e áreas que divergem. Fará parte do livre-arbítrio e da memória de ambos escolherem a área boa, a área que tem luz, para partilharem esta vida.

Mas podem escolher a área densa que os une. E multiplicá-la até à exaustão. A escolha é de cada um. Se conseguires compreender os pólos de cada um, se conseguires desvendar o «tango» que cada um dança, depois basta desmontar essa falácia.

Quando cada um perceber que encaixa na memória kármica do outro, e que pode escolher sair de lá, pode acontecer, pode mesmo acontecer que consigam os dois ganhar consciência e sair de lá de mãos dadas.

O LIVRO DA LUZ – Pergunte, O Céu Responde,
de Alexandra Solnado

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Depois do 11.11.11



DEPOIS DO 11-11-11, AGORA O QUÊ?
Uma mensagem de Jennifer Hoffman
14 de Novembro de 2011.
11-11-11 foi um dia especial, cujo significado se estende além da sua data original. Foi especial porque o mundo inteiro compartilhou com esperança, bençãos e significado este dia. Em todo o mundo as pessoas compartilharam conversas que se concentraram na iluminação, nas possibilidades e nos potenciais. Mas o mundo não acabou (não era suposto) e continuamos com a nossa jornada da vida. Agora que o 11-11-11 veio e se foi, nós devemos concentrar-nos em levar a dinâmica da energia aos dias que se seguem. Nós fazemos isto, através da prática da integração, permanecendo alinhados com as nossas intenções e colocando-as em prática. Como qualquer outra mudança energética, é o que fazemos depois que acontece que é importante. Simplificando, o Universo liberta o pacote energético, mas temos que abri-lo e decidirmos onde o eu conteúdo deveria ir.
Eu sempre achei os dias após uma grande mudança um tanto decepcionantes. Sentimos as transmissões de energia, experienciando frequentemente efeitos colaterais físicos intensos e então temos o desapontamento, porque apesar de toda a antecipação e a actividade, o mundo parece permanecer o mesmo. A política não mudou, as guerras não terminaram, as pessoas estão ainda discutindo sobre as mesmas coisas e o mundo continua a estar à beira do caos. Mas estamos somente a ver a ponta do iceberg e o nosso desejo é que algo diferente, que é o verdadeiro indicador desta mudança, esteja a acontecer. E como nas nossas próprias vidas, isto acontece de dentro para fora. O que vemos na superfície não indica toda a atividade que está a acontecer por baixo.
A melhor maneira de usarmos a energia após o 11-11-11 é mantermos activas as nossas intenções, todos os dias. Em vez de avaliarmos os nossos resultados quando eles acontecem, devemos adquirir o hábito de vê-los como acontecendo imediatamente: a sua manifestação física é apenas o aspecto final. A nossa prática espiritual deve-se tornar mais disciplinada se quisermos entrar na nossa mestria e agirmos como verdadeiros co-criadores. Isto não significa que tenhamos que meditar todos os dias, mas significa que temos que começar a lembrarmo-nos de que somos seres espirituais e permanecermos conectados a esta energia e ao nosso poder co-criativo. Não estamos à mercê do tempo, do destino, do Carma ou do Universo. Precisamos nos ver como mestres e usarmos as nossas ferramentas de mestria para criarmos a vida e o mundo em que queremos viver.
Há uma poderosa energia disponível a todos nós, mas temos que usá-la de uma forma consciente e intencional. Isto também significa tornarmo-nos “egoístas” e atendermos as nossas próprias necessidades. É o momento de nos colocarmos em primeiro lugar nas nossas vidas para garantir que estamos a interagir com o que é o nosso bem mais elevado, com o que nos serve na vida e estarmos alinhados com o que queremos criar. Lembrem-se de respirar de modo consciente, pois a respiração é a nossa conexão com a Fonte (é o que nos mantém vivos) e quanto mais permanecermos ancorados, centrados e alinhados com o nosso propósito, teremos experiências mais amorosas e gratificantes.

Direitos Autorais 2011 – Jennifer Hoffman – www.urielheals.com



Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br

domingo, 20 de novembro de 2011

Orai


"Quando vos sentirdes angustiados, atormentados, ligai-vos ao Céu, orai, pois essas angústias, esses tormentos, são manifestações de entidades malfazejas que querem prejudicar-vos. Mas, a partir do instante em que vos ligais ao Céu, elas dizem: «Este ser utiliza a arma mais temível que nós conhecemos», e têm medo, tratam de fugir. Quando um homem ora sinceramente, utiliza as armas da luz e, pouco... depois, aproxima-se uma hoste invisível: ouve-se o frémito das asas angélicas e a debandada das entidades tenebrosas que se apressam a desaparecer, pois sabem que serão queimadas, pulverizadas.
Os espíritos do mal só temem uma coisa: a luz. Por isso, em cada momento difícil, perigoso, deveis ligar-vos imediatamente ao Criador e aumentar a luz em vós. Então, todos os seres inferiores que vos ameaçam serão neutralizados, paralisados ou banidos."

Omraam Mikhaël Aïvanhov

(In Universo Místico)

12 Sinais do seu Despertar Divino

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Há Energia nas nossas mãos


Como instrumentos capazes de captar e transmitir energia positiva, as mãos são usadas para restabelecer o equilíbrio físico e emocional. Isso acontece durante aplicações de Reiki. Conheça a origem desta prática e os benefícios conseguidos com toques e troca energética.

O gesto é natural, inconsciente: quando sentimos dor, levamos as mãos automaticamente ao local lesado, para aliviar o desconforto. Esse conhecimento instintivo é a base de várias linhas de tratamento, como reiki, cura prânica, johrei e passes espíritas. Os seus praticantes são unanimes em afirmar: as mãos transmitem energia positiva.
Segundo a filosofia hindu, isso acontece devido à presença de pequenos centros energéticos localizados nas palmas. Essa força concentrada pode ser canalizada tanto para si mesmo como para outras pessoas e pode ser até tratamento complementar para várias doenças (porém não substitui ajuda médica). “O alívio de dores e a reorganização emocional acontecem porque o campo de energia criado pelas mãos envolve e nutre quem recebe o tratamento”, diz Ricardo Alves, instrutor de cura prânica de São Paulo. Existem cursos para aprender a lidar com a energia das mãos e, em alguns casos, os inscritos devem praticar uma doutrina religiosa.
Dentro das diversas técnicas existentes, passamos a descobrir a essência do Reiki

Reiki

União de energias
Em japonês, rei significa a “energia cósmica que flui por todo o Universo”, e ki, a “energia vital do ser humano”. Segundo os princípios do reiki, prática japonesa que surgiu no final do século XVIII, a saúde é resultado da harmonia entre essas duas forças. “A energia do reiki age nos lugares do corpo em que é necessário o reequilíbrio. Ela trata a causa e não apenas os sintomas”, afirma a psicóloga carioca Claudete França, uma das pioneiras na divulgação dessa linha terapêutica no Brasil.

Directo ao ponto
A técnica pode ser praticada em qualquer lugar e consiste em impor as mãos a certa distância ou tocar o corpo do paciente nas regiões dos chacras, centros de entrada e saída de energia, segundo as filosofias orientais. Cada um dos sete chacras, alinhados da base da coluna ao topo da cabeça, está relacionado a determinados órgãos, glândulas ou sistemas. A energia captada por meio das mãos do praticante é direccionada para quem a recebe. “O próprio corpo do paciente sabe de quanta energia necessita e os pontos que devem ser trabalhados”, salienta Vera Lúcia de Sá, coordenadora do ambulatório da Associação Brasileira de Reiki, na capital paulista.
O criador dessa prática foi o padre cristão e professor japonês Mikao Usui (1865-1926), que pesquisou como Jesus Cristo realizou seus milagres. Usui sabia que as mãos emanavam força vital, mas até então não entendia como isso se processava. No Japão, e depois na Índia, encontrou em antigos escritos budistas a chave de sua pesquisa: símbolos e mantras que activam e captam a energia vital universal.
As sessões de reiki demoram cerca de uma hora, em média, e visam restabelecer o fluxo natural da energia no organismo, dificultado por tensões, stress e má alimentação, por exemplo. “O reflectir sobre as causas que podem estar a gerar o desequilíbrio já tem efeito terapêutico”, continua Vera de Sá. “Por isso, o reiki apresenta óptimos resultados para aliviar problemas emocionais, como medo, insegurança e baixa auto-estima.”
Silvana Aguiar, administradora de empresas do Rio de Janeiro, recorreu ao reiki para tratar um parente que apresentava problemas psicológicos que a medicina convencional não conseguia solucionar. Ela fez os cursos de formação e, desde então, não parou de aplicar a técnica, que faz parte de sua rotina.
Silvana todas as noites faz reiki com o marido, como uma forma de resgatar o equilíbrio perdido durante as actividades diárias: “Sentimos a energia vibrar por todo o corpo e ficamos melhor depois dessa troca”.

Texto: Wilson F. D. Weigl
Reportagem: Marília Oliveira
Excerto de Reportagem presente na Revista Bons Fluidos