segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

SEGUE O TEU CORAÇÃO, ELE É MAIS INTELIGENTE DO QUE TU PENSAS


O coração é o primeiro órgão formado no útero. O resto vem depois.

Recentemente, neurofisiologistas ficaram surpresos ao descobrirem que o coração é mais um órgão de inteligência, do que (meramente) a estação principal de bombeamento do corpo. Mais de metade do Coração é na verdade composto de neurónios da mesma natureza daqueles que compõem o sistema nervoso. Joseph Chilton Pearce, autor de A biologia da Transcendência, chama a isto de  ”o maior aparato biológico e a sede da nossa maior inteligência.”

O coração também é a fonte do corpo de maior força no campo eletromagnético. Cada célula do coração é única e na qual não apenas pulsa em sintonia com todas as outras células do mesmo, mas também produz um sinal eletromagnético que se irradia para além da célula. Um EEG que mede as ondas cerebrais mostra que os sinais eletromagnéticos do coração são muito mais fortes do que as ondas cerebrais, de que uma leitura do espectro de frequência do coração podem ser tomadas a partir de três metros de distância do corpo… sem colocar eletrodos sobre ele!

A frequência eletromagnética do Coração produz arcos para fora do coração e volta na forma de um campo saliente e arredondado, como anéis de energia. O eixo desse anel do coração estende-se desde o soalho pélvico para o topo do crânio, e todo o campo é holográfico, o que significa que as informações sobre ele podem ser lidas a partir de cada ponto deste campo.

O anel eletromagnético do Coração não é a única fonte que emite este tipo de vibração. Cada átomo emite energia nesta mesma frequência. A Terra está também no centro de um anel, assim é o sistema solar e até mesmo a nossa galáxia … e todos são holográficas. Os cientistas acreditam que há uma boa possibilidade de que haja apenas um anel universal abrangendo um número infinito e interagindo dentro do mesmo espectro. Como os campos eletromagnéticos são anéis holográficos, é mais do que provável que a soma total do nosso Universo esteja presente dentro do espectro de frequência de um único anel.

Isto significa que cada um de nós está ligado a todo o Universo e como tal, podemos aceder a todas as informações dentro dele a qualquer momento. Quando ficamos quietos para acessar ao que temos nos nossos corações, estamos literalmente conectados à fonte ilimitada de Sabedoria do Universo, de uma forma que percebemos como "milagres” a entrar nas nossas vidas.

Quando desconectamos e nos desligamos da sabedoria inata do amor do Coração, baseado nos pensamentos, o intelecto refletido no ego assume o controlo e opera independentemente do Coração, e nós voltamos para uma mentalidade de sobrevivência baseada no medo, ganância, poder e controle. Desta forma, passamos a acreditar que estamos separados, a nossa percepção de vida muda para uma limitação e escassez, e temos que lutar para sobreviver. Este órgão incrível, que muitas vezes ignoramos, negligenciamos  e construímos  muros ao redor, é onde podemos encontrar a nossa força, a nossa fé, coragem e compaixão, permitindo que a nossa maior inteligência emocional guie as nossas vidas.

Devemos agora mudar as engrenagens para fora do estado baseado no medo mental que temos sido ensinados a acreditar, e nos movermos para viver centrados no coração. Para que esta transformação ocorra, é preciso aprender a meditar, "entrar no coração” e aceder a sabedoria interior do Universo. É a única maneira, é O Caminho. À medida que cada um de nós começa esta revolução tranquila de viver do Coração, vamos começar a ver os reflexos nas nossas vidas e na nossa realidade. Esta é a forma como cada um de nós vai criar uma mudança no mundo, paz, harmonia e equilíbrio, podendo assim criar o Paradigma do Novo Mundo do Céu na Terra. Vamos criar as oportunidades para a “TRANSIÇÃO PLANETÁRIA”.

(Sebastião de Paula)

As Energias de Fevereiro


A partir deste mês seremos desafiados a acreditar nos nossos sonhos e em nós mesmos com força suficiente para torná-los a nossa realidade. Janeiro foi um mês para a conclusão e a libertação, enquanto encontramos o nosso espaço nas energias deste ano novo e muito poderoso. Acho que o ano realmente começou com a Lua Nova, a 24 de Janeiro, e todos nós sentimos as transmissões de energia daquela semana, o que nos encorajou a libertarmos ainda mais o que nos estava a bloquear o caminho. Com os bloqueios removidos, teremos uma visão mais perspicaz e penetrante do que nos traz mais alegria. Tudo o que temos a fazer é agir.

A energia de Fevereiro será menos intensa nalguns aspectos, ainda que isto exija que nos desafiemos para crescermos no nosso poder e fortalecer a nossa realidade de novas formas. Com Marte retrógrado até 14 de Abril, podemos rever a forma como servimos o mundo, como servos ou no serviço poderoso que expresse os nossos dons ao máximo. O que devemos fazer para nos sentirmos poderosos? A quem damos o nosso poder e como podemos resgatá-lo? Estejam preparados para mais transmissões de energia e de explosões solares, mas integraremo-las mais facilmente quando encontrarmos novas maneiras de nos fortalecermos, a nossa realidade e ao mundo. Quem vocês querem que esteja na vossa vida e com que grandiosidade estão dispostos a sonhar, é a questão para este mês. Tenham grandiosos sonhos e um mês maravilhoso.


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Tradução: Regina Drumond

domingo, 5 de fevereiro de 2012

A BENÇÃO DE CADA DIA


"Podemos acreditar que tudo que a vida nos oferecerá no futuro é repetir o que fizemos ontem e hoje. Mas, se prestarmos atenção, vamos nos dar conta de que nenhum dia é igual a outro. Cada manhã traz uma benção escondida; uma benção que só serve para esse dia e que não se pode guardar nem desaproveitar.
Se não usamos este milagre hoje, ele vai se perder.
Este milagre está nos detalhes do cotidiano; é preciso viver cada minuto porque ali encontramos a saída de nossas confusões, a alegria de nossos bons momentos, a pista correta para a decisão que tomaremos.
Nunca podemos deixar que cada dia pareça igual ao anterior porque todos os dias são diferentes, porque estamos em constante processo de mudança."

Paulo Coelho

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

A Luz da Positividade

Não Ter


Hoje quero falar de responsabilidade. Mas não quero falar da responsabilidade do que fazes. Já falámos demasiado sobre isso. Não quero falar da responsabilidade do que tens. Muito menos da responsabilidade do que és.

Hoje, meu amigo, minha amiga, quero falar da responsabilidade do que não tens.
Pensa no que não tens. No que gostavas de ter hoje. No que gostarias de ter tido toda a tua vida, e não tiveste. Pensa que não tiveste ou não tens por algum motivo. Toda a matéria, toda a abundância está disponível para vocês aí em baixo. Tudo está à disposição da vossa energia. E se vocês não conseguem as coisas, é pura e simplesmente porque essas coisas não fazem parte da vossa energia. Não são para vocês com a energia que têm hoje.

Agora pensa que se mudares a tua energia, essas coisas pelas quais anseias podem começar a fazer parte do teu sistema energético… Não as coisas que desejas para ser rico, não as que desejas para mostrar aos outros. Pura e simplesmente as que desejas para te sentires feliz a usufruir delas, porque essas coisas, na matéria, te fazem ficar mais próximo da tua essência e consequentemente da tua alma. E nós, cá em cima, nunca negamos um pedido da alma, quando isso é adequado energeticamente.
Resumindo. Tudo o que não tens hoje é da tua inteira responsabilidade. Atraíste esta situação pela força de vibrares de uma determinada maneira. E mudar a frequência energética tem que ver com escolha e compromisso. Agora, cabe-te a ti fazer a tua escolha e estabelecer o teu compromisso.

O LIVRO DA LUZ – Pergunte, O Céu Responde,
de Alexandra Solnado

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Resultados ou Dádivas


Tudo na nossa realidade existe porque fizemos uma escolha de aceitarmos ou rejeitarmos algo nalgum ponto no tempo. Esta é a nossa jornada da vida de escolhermos uma coisa em detrimento de outra, com base nas nossas crenças, pensamentos, percepções e memórias. E então tomamos decisões futuras com base nos resultados que alcançamos com cada uma dessas mesmas escolhas. Mas esta estratégia ignora algumas informações muito importantes, porque com o resultado, a nossa perspectiva está no “acontecimento”. Quando procuramos a dádiva, o nosso foco está no aprendizado. A dádiva é mais poderosa espiritualmente, apesar do resultado seja mais convincente emocionalmente.

Os resultados fazem-nos sentir bem ou mal, poderosos ou impotentes, validados ou vítimas. Mas os resultados não levam a nada, porque nós só usamos para fazermos julgarmentos das nossas decisões pela forma como nos sentimos. Se gostarmos do resultado, escolhemos bem, caso contrário, escolhemos mal. Mas com esta perspectiva, estamos a fazer um progresso lento, se for o caso, pode parecer como se estivéssemos a andar em círculos. Isto porque somos confrontados com os mesmos tipos de escolhas e sempre escolhemos da mesma maneira. Usar os resultados para julgarmos o nosso caminho espiritual nunca permite que o nosso círculo de escolhas potenciais se expanda, porque estamos a fazer escolhas a partir das nossas emoções, em vez da nossa compreensão.

Há uma lição e uma bênção em todas as coisas. Esta é a dádiva que ilumina o caminho para o nosso aprendizado. Não estamos aqui para sofrermos, estamos aqui para aprendermos, curarmo-nos, crescermos e transformarmos a nossa experiência humana numa parceria espiritual. O nosso desafio é deixarmos de “sentir” o nosso caminho através deste processo e começarmos a aprender a partir de cada passo da nossa jornada, para que possamos expandir o nosso campo de potenciais, movendo-nos de um nível de compreensão para outro, de maneira que cresça a nossa caminhada pela vida e libertarmo-nos do sofrimento e do aprendizado doloroso para conhecermos a vida como uma experiência alegre, de manifestação intencional.

Haverá sempre oportunidades para aceitarmos ou recusarmos, mas sem compreendermos, estaremos presos nos nossos ciclos emocionais que criam as mesmas experiências inúmeras vezes, porque não há conclusão, onde estamos presos no trabalho árduo e monótono da experiência, movendo-nos constantemente, mas sem fazermos qualquer progresso. Com a aprendizagem assumimos a responsabilidade, libertamos a nossa consciência de vítima e fazemos escolhas poderosas e conscientes sobre como usarmos o nosso poder. E é aí que a dádiva se torna o trampolim para uma maior compreensão, mais consciência e a manifestação de novas oportunidades para aceitarmos ou rejeitarmos de estarmos alinhados aos nossos objetivos para uma vida de alegria e abundância.

(adaptado)
Direitos Autorais 2011 por Jennifer Hoffman – www.urielheals.com

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

O Poder do Amor



“Amemo-nos uns aos outros e uma luz nova brotará no terreno vivo de nossa alma, constrangendo-nos a sentir que só o trabalho no serviço ao próximo é capaz de conduzir-nos à comunhão com a verdadeira felicidade que decorre de nosso ajustamento às Leis do Pai Celestial.”
"Mais amor", mensagem de Emmanuel pela psicografia de Chico Xavier


O amor nas suas várias nuances é o sentimento sublime a expressar o poder divino em toda a sua máxima expressão. É o sentimento mais verdadeiro que nos liga ao criador. Dele nascem as virtudes irmãs, como a caridade, a fraternidade, a benevolência e a humildade.

Embora a natureza humana careça desse sentimento nobre em toda sua pujança, por apresentar ainda um acentuado “instinto animal" em que predominam a agressividade e intolerância, vemos, dia após dia, crescer o clamor por um mundo melhor onde o amor possa estar presente em todos os actos da nossa caminhada, no sentido de promover uma mudança vibratória indispensável ao florescimento da nossa evolução espiritual.

O amor reveste-se de formas variadas, infinitas, em toda a expressão de vida e nos proporciona, na sua essência mais sublime, uma benção que transforma e fortalece tudo ao seu redor e vai tecendo um roteiro de luz por onde andaremos sem nos incomodarmos com as asperezas do caminho. Os vários tipos de amor vão, aos poucos, transformando e depurando os nossos sentimentos.

Em contrapartida ao comportamento agressivo e egoísta em que sobressai a raiva e a indiferença, o amor que impusermos nas nossas acções reverterá em benefício de todos, com sua luz capaz de extinguir a sombra que nos rodea. Precisamos praticar diariamente esse sentimento divino, presente nos nossos corações, mas que necessita do exercício diário para que brote com toda a sua força e beleza, expressividade e poder de transformação.

A prática do amor pode revestir-se de um grande ensinamento para aqueles com quem convivemos diariamente, pois nas suas diferentes formas e manifestações, mostra o nosso lado divino a conectar-nos ao poder criador do universo, ao poder supremo de Deus. Quando abrimos o nosso espírito à compreensão da luz divina do amor enxergaremos a dor que reina naquele a quem nada falta e poderemos vislumbrar a paz e alegria naquele que pouco tem de material para a sua sobrevivência.

O exercício do amor pode ser praticado em todo lugar e hora, desde que tomemos consciencia da imensa força de transformação de que ele se reveste. Ele deve ser praticado em casa, no nosso convívio familiar e com amigos, através do ensino, do amparo, protecção e exemplo que demonstrarmos, na rua, no trabalho, com pessoas conhecidas ou estranhas através da tolerância, do respeito, paciência, amparo e da ajuda fraterna.

Devemos sempre ter em mente que a terra é uma escola onde estamos a aprender o amor nos seus passos iniciais, vacilantes, saindo daquele amor egoísta e exclusivista para um sentimento maior, de ligação e fraternidade com todos os seres. Procuremos então, disseminar o poder do amor para que a compreensão, o amparo e a benevolência se façam presentes na vida de todos nós e para que possamos ajudar na mudança de vibração do nosso planeta para um mundo mais harmonioso e feliz.

Tudo na vida poderá ser feito pelo poder desse sentimento nobre e elevado. Tudo o que tivermos que enfrentar na nossa experiência evolutiva, nos parecerá mais fácil, mais compreensível e tolerável, se nos guiarmos pelo amor, se o colocarmos como leme a nos levar pelos vários caminhos que tivermos que percorrer, os quais nos parecerão mais leves e tranquilos de atravessar.

Pelo poder transformador que o amor nos confere entenderemos que o sofrimento e as dores são apenas oportunidades benditas para a nossa evolução espiritual e que, se pautarmos a vida através de sua benéfica influência, veremos surgir as soluções para todos os problemas cruciais de nossa existência, trazendo-nos a vontade de lutar, de vencermos os obstáculos que nos pareciam intransponíveis e que agora apresentam-se como passíveis de serem solucionados.

O poder que o amor encerra é capaz de fazer surgir a luz quando nos defrontamos com a sombra, a alegria quando a tristeza nos visita, a esperança quando somos fustigados pelo fracasso, o consolo quando nos advém o sofrimento e a dor, a sabedoria quando nos defrontamos com a ignorância e a fraternidade, quando reerguermos os caídos e os desalentados.

Somos beneficiados quando ofertamos e recebemos o amor, pois, na medida em que ele colabora para a transformação do próximo, está a colaborar também para a nossa transformação, já que é através do seu apelo que aprendemos a libertar sentimentos, como os do perdão, da tolerância e fraternidade. Precisamos aprender a amar a nós mesmos, a fim de que possamos doar esse amor a outrem e sermos propagadores de um sentimento mais puro de fraternidade.

Entendemos que o amor tem um sentido bem amplo e nem sempre a sua demonstração quer dizer o óbvio, ou seja, o amor difere de protecção; não é passarmos a mão na cabeça dos outros, querer fazer as coisas por ele, tentar esconder o que foi praticado erradamente, deixar-se conduzir por ele, não desvincular-se de relações erradas com o argumento de que não conseguimos viver sem o outro. Devemos e precisamos de abrir a nossa mente e fugirmos da idéia de que temos o direito e devemos proteger o objecto da nossa afeição de todos os problemas e dores, aprisionando-os num círculo estreito em que ficarão à mercê da nossa vontade para manipulá-los e muitas vezes, cercearmos a sua liberdade de sentir, fazer e dizer e de seguir sua própria trajectória.

Mas, esse amor restrito faz parte da nossa caminhada; é um primeiro passo para aprendermos o sentido verdadeiro do amor que foi o que o Mestre Jesus quis nos deixar como legado para que pudéssemos caminhar e progredir mais facilmente e o que desejou exemplificar com esse sentimento libertador, ao qual ainda não nos entregamos com toda a compreensão e plenitude.

Vamos procurar colocar mais amor nas nossas acções. Falar, ouvir, sorrir, compartilhar, doar e ajudar no que estiver ao nosso alcance e veremos que, aos poucos, o amor se fará tão presente nas nossas vidas que não conseguiremos mais caminhar sem o seu poder libertador.

Muita paz e luz a todos.