quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Quem é a pessoa mais importante da tua vida?



E tu, agora, se fizesses esta pergunta do título, qual seria a tua resposta?
Será que a tua resposta seria os teus pais, os teus filhos, o teu marido/esposa, companheiro/a?
Ou será que a coisa mais importante de tudo na tua vida seria o teu emprego, a tua bela casa, ou as tuas viagens?
Tu, e somente tu, no teu íntimo guardas esta resposta, mas tem absoluta certeza que se a resposta de imediato não for a seguinte: a pessoa mais importante da minha vida sou eu mesma... reflete comigo sobre a necessidade de tomar pulso da tua vida e ser feliz.
Ninguém nunca te fará tão feliz quanto tu mesma, ninguém nunca irá lhe amar ou valorizar como tu deves fazer contigo mesma.
Quando a depressão bate e a tristeza se manifesta é porque te está a ser revelado o desejo de descobrir o que te impede de viver uma vida plena e significativa. 
Neste exato momento em que a vida te está a dar esta oportunidade de refletir, não te entregues a remédios que por vezes te tiram a grande oportunidade de crescer e modificar a tua maneira de ser e agir.
O fato de sentires a dor do abandono te dará uma compreensão mais profunda e plena entre causa e efeito, ou seja, o que foi que fiz para atrair esta determinada situação para minha vida?
Será que em inúmeras situações abri mão da minha vida em função dos outros?
Quando tu realmente te consciencializas que a pessoa mais importante na tua vida és tu mesma, a vida abre-se, tu sentes o teu verdadeiro poder pessoal, a tua divindade e realizaste em toda a plenitude.
Quando nos descobrimos verdadeiramente, descobrimos nossa missão de vida, passamos, assim, à condição de comandantes das nossas vidas. 
Passarás, então, a expressar de maneira mais intensa o que há de melhor dentro de ti.
Nunca acredites que tu te transformarás de fora para dentro.
Existe dentro de ti um enorme potencial energético, pronto para agir a teu favor, basta tu quereres.

Paz e Luz no teu coração!

(Maria Isabel Carapinha - adaptado)

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

O Amor não deve ser uma obrigação...


O amor não deve ser uma obrigação; no momento em que fazes dele uma obrigação, ele torna-se artificial, superficial. Não chega nem à profundidade da pele.

O pai diz: "Ama-me porque sou o teu pai". Ele está a dar um motivo para o filho amá-lo, como se o amor precisasse de motivos. Os pais não criam situações em torno das quais a criança espontaneamente desabroche numa pessoa amorosa; eles apenas impõem a ideia.

Se a criança não sente amor naturalmente, sente-se culpada — porque não ama a mãe ou o pai, e isso é ruim, não é assim que as coisas deveriam ser. Ela começa a condenar-se.

Se tentar amar só para evitar a culpa, o filho sabe que isso é hipocrisia, mas tem de aprender a hipocrisia porque precisa sobreviver. É uma questão de vida ou morte para ele. Ele tem de amar também os irmãos e as irmãs, os tios e as tias.

Tem de amar, e esquece completamente que o amor poderia ter tido um crescimento natural. Agora o amor tornou-se um dever, uma ordem a ser cumprida. Por isso, o filho vai cumprindo.

Esse gesto torna-se vazio e acaba convertendo-se no padrão para toda a vida.

Osho, em "Meditações Para o Dia"
Imagem por Olivier GR

sábado, 11 de fevereiro de 2012

O Mandamento Fundamental


O amor é alquímico. Se te amares, a tua parte feia desaparecerá, será absorvida, será transformada. A energia é libertada daquela forma.


Todas as coisas que são chamadas de pecado simplesmente desaparecem.


Ama-te. Esse deveria ser o mandamento fundamental.


Ama-te. Tudo o mais se seguirá, mas esse é o alicerce.

(Osho)

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Hoje vou Mudar...


Hoje vou mudar... E para não ficar apenas nas promessas, vou começar pelo mais fácil, vou mudar o caminho, vou andar por novas ruas, ver novas caras, quem sabe, começar uma nova amizade.
Pensando em pequenas mudanças, vou abrir mão de pequenas coisas, coisas que me incomodam e que faço automaticamente, aliás, vou prestar mais atenção nos meus atos, vou ser um observador de mim mesmo.
Vou vigiar meus passos, e tentar cortar aqueles que me levam até a decepção.

Hoje eu vou mudar!
Promessa antiga, que me faço sempre que caio, mas hoje eu quero e preciso do novo, ou quem sabe, resgatar antigos hábitos saudáveis, como ser feliz com o que tenho, valorizar as pessoas que gostam de mim como eu sou.
Valorizar a roupa que eu uso, a comida que como, a família que eu tenho, o amor que me acompanha, o estudo que eu concluo, a escola que eu frequento, o emprego que eu tenho...

São tantas coisas e tão pouco tempo para ver, pouco tempo para o que é bom e estável, muito tempo para o que ainda não tenho, muito tempo para lamentações e dores.
Chega!

Hoje eu vou mudar, por isso, começo o dia com uma prece sentida, agradecendo pela oportunidade de ter mais uma chance, de poder desejar e fazer mudanças, para fazer em mim, o ser que eu gostaria de ser...

E ser livre para dizer que amo a vida, dizer para cada pessoa que conheço que elas são importantes para mim e abraçar cada um, como se fosse despedida, sendo apenas mais um dia, DIA DE MUDAR!

http://www.meuanjo.com.br/

Ser Feliz Também Depende de Nós e da Nossa Escolha

As Grandes Mudanças...

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

De malas prontas... A Viagem.


Tenho e sempre tive a convicção de que esta vida aqui é uma estação de uma longa viagem, de origem e destinos desconhecidos. 
Mas todas as vidas, a minha, a tua, a de todos, passam pelo mesmo caminho que leva ao crescimento humano e espiritual.
Tem quem queira prosseguir a viagem.
Tem quem queira passar voando pela estrada.
Tem quem queira interrompê-la abruptamente.
Tem quem passe alheio a tudo, até mesmo à vida.
E esse aí não vive, na verdade... passa o tempo inteiro da viagem sentado à beira do caminho.
Sem aprender, sem progredir... sem crescer. Não viaja , nem vive...só sobrevive.
Para alguns a viagem é curta ... nem chega a desembarcar, embarca de volta.
Há quem leve na bagagem experiências ruins e aprende com elas. 
Noutras bagagens as experiências ruins transformam-se em peso... pesam muito, transformam-se em mágoa e transformam-se em doenças.
Na minha bagagem, as experiências ruins transformam-se em aprendizado, tornando-as mais leves.
Na minha estrada observo cada pedrinha do caminho. O Sol, a chuva, as folhas, as plantas, animais.
Sou feliz por viver, por respirar, andar, ver, poder falar, ter corpo perfeito, cérebro a funcionar, mente que trabalha. Observo especialmente o ser humano e as suas vestes.
Não as vestes do corpo...porque são irrelevantes. Mas as da alma.
A veste da cultura pode encobrir uma personalidade bronca, rude, vazia, egoísta.
O ouro, a riqueza... podem encobrir a pobreza extrema do espírito.
Em contrapartida a veste da simplicidade pode encobrir um espírito de um estado de nobreza intocável, subtil, de uma elevação indescritível.
O final do ano é tempo de repensar. Reavaliar o que foi feito durante um ano inteiro e sobre o que pretendes mudar.
O Ano Novo é hora de novos sonhos, novas auto-propostas.
Não adianta sonhar, ter um reveillon maravilhoso, se não houver um reveillon íntimo. 
Roupas novas não vão vestir nem o meu nem o teu futuro.
Não importa se vou passar de branco, de prata, numa festa em família, a ver fogo de artificio... com champanhe, num lugar chique, na montanha, à beira da praia ou num barracãozinho.
Nem o cenário nem o figurino são essenciais.
Não importa se vou pasar o ano a dormir.
Só não posso dormir mais um ano.
Fechar os olhos aos meus objetivos, às minhas metas, ao meu melhoramento.
Se eu fizer isso não será um ano novo. Não será nada além de “mais um ano velho”.
Fecho o ano a agradecer.
Agradecendo a chance de existir, de respirar, andar, ver... Ter tido o privilégio de ser trazido à terra pelos meus anjos: pai e mãe.
Ter uma família especial, ter tido uma infância de sonhos e oportunidade de aprendizado de vida, de valor imensurável.
Oportunidade de ter saúde o bastante para dar vida a outras vidas.
Oportunidade de trabalho sob todos os ângulos.
Pela oportunidade de queda que ensina a levantar... pela oportunidade de enganos, para aprimorar escolhas.
Pela tentativa constante e incansável de manter as mãos e coração limpos.
Pela presença de pessoas que amo e que me amam também.
E o presente de amigos “presentes”, os mais distantes, os de sempre e os que chegaram de surpresa.
Estou pronta para me revisar... reavaliar . 
Estou de malas prontas.
Faz as malas também... deixa para trás o que não conseguiste melhorar.
Melhora-te, melhora a vida de quem puderes... melhora o teu jeito de olhar e agir com o outro, com o mundo.
Segue em frente e boa viagem!

(Magaly Reinaldo - adaptado)

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Um novo amanhecer

"Novas experiências positivas estão no horizonte."

Novas oportunidades abundantes e emocionantes estão disponíveis para ti agora! O pior está agora atrás de ti e é o momento de avançares e escolheres ver a dádiva nas tuas atuais circunstâncias e ultrapassá-las agora. O que parecia um período sombrio na tua vida, tem a oportunidade de trazer a luz; deixa-a brilhar tão intensamente quanto possa possivelmente fazê-lo e abre espaço para que entrem as idéias criativas.

Recompensa-te através do equilíbrio entre dar e receber. Os Anjos desejam lembrar-te que o equilíbrio entre o teu dar e receber é essencial para manteres a tua energia, o teu humor e motivação num nível consistentemente elevado.

Afirma frequentemente: "Ondas de prosperidade e novas experiências estão a surgir no meu caminho agora."

Tu és ternamente amado,

Os Anjos.

SABEDORIA DOS ANJOS por Sharon Taphorn.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

A Grande Realidade

 

Como começamos? Como tu quiseres. Grande parte do que escreves vem de ti, da tua realidade à qual aí se dá o nome de individualidade.
Nada é mais real do que este momento, em que os véus da fantasia e da ilusão se desvanecem. Nada é mais real do que Deus, Este mesmo que Está, que É em ti e que a palavra que mais diz É: filho, filho, filho...!


Todos, com a rara excepção de poucos, vivem num mundo de fantasias e ilusões alimentado constantemente por mais fantasias e ilusões. Quantas vezes como tu mesmo, rabiscam palavras que fogem das suas realidades, do teu modo individual, natural e real de simplesmente ser.
Mensagens chegam muitas, mas são quase sempre elevadas e sentidas como se o irreal comandasse tudo.

A grande realidade É em cada um. As mensagens não são e ao mesmo tempo são para todos, mas inicialmente são para que cada um sinta a sua realidade, e não continue perdido na ilusão e fantasia, dois elementos que são na maioria das vezes co-criados em mais fantasia e ilusão.

As mensagens são coletivas, mas que possam ver afinal, que na verdade são tremendamente individuais. Nada pode ser coletivo, se não houver a individualidade realmente compreendida e sentida. De nada adianta falarem, chorarem, lamuriarem-se e não serem. De nada adianta alimentarem-se de palavras que nos vossos pensamentos transformam-se em ilusões e fantasias.
Não leiam tanto sobre tantos, leiam e meditem profundamente no que mais lhes toca individualmente!!

Oiçam vozes se quiserem, mas principalmente ouçam a VOSSA VOZ. Quando ouvirem a Vossa Voz descodificarão a dos outros, e mais uma vez digo... sem fantasias e ilusões.
REALIDADE, é o que vocês descobrirão em vocês próprios para que realmente possam Ser, e aí sim dizer agora realmente Sou, e neste Sou unirem-se à grande somatória do Uno em prol da realidade para o planeta Terra.
Lembrem-se sempre de que na matemática celestial não existe subtração e divisão (ilusão), mas só somatória e multiplicação (realidade).

Sejam reais, recordando que ajudamos constantemente, mas que a cada procura há uma ajuda.
Para uma pequena procura uma pequena ajuda, para uma grande procura uma grande ajuda, para uma tremenda procura uma tremenda ajuda!

Termino agora dizendo-lhes que REALMENTE os amo.
De um simples Ser que hoje não lhes traz um nome, mas que meditem sobre a mensagem, e não tomem mais um nome como ilusão!

(Autor Anónimo)
 

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

SEGUE O TEU CORAÇÃO, ELE É MAIS INTELIGENTE DO QUE TU PENSAS


O coração é o primeiro órgão formado no útero. O resto vem depois.

Recentemente, neurofisiologistas ficaram surpresos ao descobrirem que o coração é mais um órgão de inteligência, do que (meramente) a estação principal de bombeamento do corpo. Mais de metade do Coração é na verdade composto de neurónios da mesma natureza daqueles que compõem o sistema nervoso. Joseph Chilton Pearce, autor de A biologia da Transcendência, chama a isto de  ”o maior aparato biológico e a sede da nossa maior inteligência.”

O coração também é a fonte do corpo de maior força no campo eletromagnético. Cada célula do coração é única e na qual não apenas pulsa em sintonia com todas as outras células do mesmo, mas também produz um sinal eletromagnético que se irradia para além da célula. Um EEG que mede as ondas cerebrais mostra que os sinais eletromagnéticos do coração são muito mais fortes do que as ondas cerebrais, de que uma leitura do espectro de frequência do coração podem ser tomadas a partir de três metros de distância do corpo… sem colocar eletrodos sobre ele!

A frequência eletromagnética do Coração produz arcos para fora do coração e volta na forma de um campo saliente e arredondado, como anéis de energia. O eixo desse anel do coração estende-se desde o soalho pélvico para o topo do crânio, e todo o campo é holográfico, o que significa que as informações sobre ele podem ser lidas a partir de cada ponto deste campo.

O anel eletromagnético do Coração não é a única fonte que emite este tipo de vibração. Cada átomo emite energia nesta mesma frequência. A Terra está também no centro de um anel, assim é o sistema solar e até mesmo a nossa galáxia … e todos são holográficas. Os cientistas acreditam que há uma boa possibilidade de que haja apenas um anel universal abrangendo um número infinito e interagindo dentro do mesmo espectro. Como os campos eletromagnéticos são anéis holográficos, é mais do que provável que a soma total do nosso Universo esteja presente dentro do espectro de frequência de um único anel.

Isto significa que cada um de nós está ligado a todo o Universo e como tal, podemos aceder a todas as informações dentro dele a qualquer momento. Quando ficamos quietos para acessar ao que temos nos nossos corações, estamos literalmente conectados à fonte ilimitada de Sabedoria do Universo, de uma forma que percebemos como "milagres” a entrar nas nossas vidas.

Quando desconectamos e nos desligamos da sabedoria inata do amor do Coração, baseado nos pensamentos, o intelecto refletido no ego assume o controlo e opera independentemente do Coração, e nós voltamos para uma mentalidade de sobrevivência baseada no medo, ganância, poder e controle. Desta forma, passamos a acreditar que estamos separados, a nossa percepção de vida muda para uma limitação e escassez, e temos que lutar para sobreviver. Este órgão incrível, que muitas vezes ignoramos, negligenciamos  e construímos  muros ao redor, é onde podemos encontrar a nossa força, a nossa fé, coragem e compaixão, permitindo que a nossa maior inteligência emocional guie as nossas vidas.

Devemos agora mudar as engrenagens para fora do estado baseado no medo mental que temos sido ensinados a acreditar, e nos movermos para viver centrados no coração. Para que esta transformação ocorra, é preciso aprender a meditar, "entrar no coração” e aceder a sabedoria interior do Universo. É a única maneira, é O Caminho. À medida que cada um de nós começa esta revolução tranquila de viver do Coração, vamos começar a ver os reflexos nas nossas vidas e na nossa realidade. Esta é a forma como cada um de nós vai criar uma mudança no mundo, paz, harmonia e equilíbrio, podendo assim criar o Paradigma do Novo Mundo do Céu na Terra. Vamos criar as oportunidades para a “TRANSIÇÃO PLANETÁRIA”.

(Sebastião de Paula)

As Energias de Fevereiro


A partir deste mês seremos desafiados a acreditar nos nossos sonhos e em nós mesmos com força suficiente para torná-los a nossa realidade. Janeiro foi um mês para a conclusão e a libertação, enquanto encontramos o nosso espaço nas energias deste ano novo e muito poderoso. Acho que o ano realmente começou com a Lua Nova, a 24 de Janeiro, e todos nós sentimos as transmissões de energia daquela semana, o que nos encorajou a libertarmos ainda mais o que nos estava a bloquear o caminho. Com os bloqueios removidos, teremos uma visão mais perspicaz e penetrante do que nos traz mais alegria. Tudo o que temos a fazer é agir.

A energia de Fevereiro será menos intensa nalguns aspectos, ainda que isto exija que nos desafiemos para crescermos no nosso poder e fortalecer a nossa realidade de novas formas. Com Marte retrógrado até 14 de Abril, podemos rever a forma como servimos o mundo, como servos ou no serviço poderoso que expresse os nossos dons ao máximo. O que devemos fazer para nos sentirmos poderosos? A quem damos o nosso poder e como podemos resgatá-lo? Estejam preparados para mais transmissões de energia e de explosões solares, mas integraremo-las mais facilmente quando encontrarmos novas maneiras de nos fortalecermos, a nossa realidade e ao mundo. Quem vocês querem que esteja na vossa vida e com que grandiosidade estão dispostos a sonhar, é a questão para este mês. Tenham grandiosos sonhos e um mês maravilhoso.


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Fonte:  
http://www.urielheals.com

Tradução: Regina Drumond

domingo, 5 de fevereiro de 2012

A BENÇÃO DE CADA DIA


"Podemos acreditar que tudo que a vida nos oferecerá no futuro é repetir o que fizemos ontem e hoje. Mas, se prestarmos atenção, vamos nos dar conta de que nenhum dia é igual a outro. Cada manhã traz uma benção escondida; uma benção que só serve para esse dia e que não se pode guardar nem desaproveitar.
Se não usamos este milagre hoje, ele vai se perder.
Este milagre está nos detalhes do cotidiano; é preciso viver cada minuto porque ali encontramos a saída de nossas confusões, a alegria de nossos bons momentos, a pista correta para a decisão que tomaremos.
Nunca podemos deixar que cada dia pareça igual ao anterior porque todos os dias são diferentes, porque estamos em constante processo de mudança."

Paulo Coelho

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

A Luz da Positividade

Não Ter


Hoje quero falar de responsabilidade. Mas não quero falar da responsabilidade do que fazes. Já falámos demasiado sobre isso. Não quero falar da responsabilidade do que tens. Muito menos da responsabilidade do que és.

Hoje, meu amigo, minha amiga, quero falar da responsabilidade do que não tens.
Pensa no que não tens. No que gostavas de ter hoje. No que gostarias de ter tido toda a tua vida, e não tiveste. Pensa que não tiveste ou não tens por algum motivo. Toda a matéria, toda a abundância está disponível para vocês aí em baixo. Tudo está à disposição da vossa energia. E se vocês não conseguem as coisas, é pura e simplesmente porque essas coisas não fazem parte da vossa energia. Não são para vocês com a energia que têm hoje.

Agora pensa que se mudares a tua energia, essas coisas pelas quais anseias podem começar a fazer parte do teu sistema energético… Não as coisas que desejas para ser rico, não as que desejas para mostrar aos outros. Pura e simplesmente as que desejas para te sentires feliz a usufruir delas, porque essas coisas, na matéria, te fazem ficar mais próximo da tua essência e consequentemente da tua alma. E nós, cá em cima, nunca negamos um pedido da alma, quando isso é adequado energeticamente.
Resumindo. Tudo o que não tens hoje é da tua inteira responsabilidade. Atraíste esta situação pela força de vibrares de uma determinada maneira. E mudar a frequência energética tem que ver com escolha e compromisso. Agora, cabe-te a ti fazer a tua escolha e estabelecer o teu compromisso.

O LIVRO DA LUZ – Pergunte, O Céu Responde,
de Alexandra Solnado

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Resultados ou Dádivas


Tudo na nossa realidade existe porque fizemos uma escolha de aceitarmos ou rejeitarmos algo nalgum ponto no tempo. Esta é a nossa jornada da vida de escolhermos uma coisa em detrimento de outra, com base nas nossas crenças, pensamentos, percepções e memórias. E então tomamos decisões futuras com base nos resultados que alcançamos com cada uma dessas mesmas escolhas. Mas esta estratégia ignora algumas informações muito importantes, porque com o resultado, a nossa perspectiva está no “acontecimento”. Quando procuramos a dádiva, o nosso foco está no aprendizado. A dádiva é mais poderosa espiritualmente, apesar do resultado seja mais convincente emocionalmente.

Os resultados fazem-nos sentir bem ou mal, poderosos ou impotentes, validados ou vítimas. Mas os resultados não levam a nada, porque nós só usamos para fazermos julgarmentos das nossas decisões pela forma como nos sentimos. Se gostarmos do resultado, escolhemos bem, caso contrário, escolhemos mal. Mas com esta perspectiva, estamos a fazer um progresso lento, se for o caso, pode parecer como se estivéssemos a andar em círculos. Isto porque somos confrontados com os mesmos tipos de escolhas e sempre escolhemos da mesma maneira. Usar os resultados para julgarmos o nosso caminho espiritual nunca permite que o nosso círculo de escolhas potenciais se expanda, porque estamos a fazer escolhas a partir das nossas emoções, em vez da nossa compreensão.

Há uma lição e uma bênção em todas as coisas. Esta é a dádiva que ilumina o caminho para o nosso aprendizado. Não estamos aqui para sofrermos, estamos aqui para aprendermos, curarmo-nos, crescermos e transformarmos a nossa experiência humana numa parceria espiritual. O nosso desafio é deixarmos de “sentir” o nosso caminho através deste processo e começarmos a aprender a partir de cada passo da nossa jornada, para que possamos expandir o nosso campo de potenciais, movendo-nos de um nível de compreensão para outro, de maneira que cresça a nossa caminhada pela vida e libertarmo-nos do sofrimento e do aprendizado doloroso para conhecermos a vida como uma experiência alegre, de manifestação intencional.

Haverá sempre oportunidades para aceitarmos ou recusarmos, mas sem compreendermos, estaremos presos nos nossos ciclos emocionais que criam as mesmas experiências inúmeras vezes, porque não há conclusão, onde estamos presos no trabalho árduo e monótono da experiência, movendo-nos constantemente, mas sem fazermos qualquer progresso. Com a aprendizagem assumimos a responsabilidade, libertamos a nossa consciência de vítima e fazemos escolhas poderosas e conscientes sobre como usarmos o nosso poder. E é aí que a dádiva se torna o trampolim para uma maior compreensão, mais consciência e a manifestação de novas oportunidades para aceitarmos ou rejeitarmos de estarmos alinhados aos nossos objetivos para uma vida de alegria e abundância.

(adaptado)
Direitos Autorais 2011 por Jennifer Hoffman – www.urielheals.com

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

O Poder do Amor



“Amemo-nos uns aos outros e uma luz nova brotará no terreno vivo de nossa alma, constrangendo-nos a sentir que só o trabalho no serviço ao próximo é capaz de conduzir-nos à comunhão com a verdadeira felicidade que decorre de nosso ajustamento às Leis do Pai Celestial.”
"Mais amor", mensagem de Emmanuel pela psicografia de Chico Xavier


O amor nas suas várias nuances é o sentimento sublime a expressar o poder divino em toda a sua máxima expressão. É o sentimento mais verdadeiro que nos liga ao criador. Dele nascem as virtudes irmãs, como a caridade, a fraternidade, a benevolência e a humildade.

Embora a natureza humana careça desse sentimento nobre em toda sua pujança, por apresentar ainda um acentuado “instinto animal" em que predominam a agressividade e intolerância, vemos, dia após dia, crescer o clamor por um mundo melhor onde o amor possa estar presente em todos os actos da nossa caminhada, no sentido de promover uma mudança vibratória indispensável ao florescimento da nossa evolução espiritual.

O amor reveste-se de formas variadas, infinitas, em toda a expressão de vida e nos proporciona, na sua essência mais sublime, uma benção que transforma e fortalece tudo ao seu redor e vai tecendo um roteiro de luz por onde andaremos sem nos incomodarmos com as asperezas do caminho. Os vários tipos de amor vão, aos poucos, transformando e depurando os nossos sentimentos.

Em contrapartida ao comportamento agressivo e egoísta em que sobressai a raiva e a indiferença, o amor que impusermos nas nossas acções reverterá em benefício de todos, com sua luz capaz de extinguir a sombra que nos rodea. Precisamos praticar diariamente esse sentimento divino, presente nos nossos corações, mas que necessita do exercício diário para que brote com toda a sua força e beleza, expressividade e poder de transformação.

A prática do amor pode revestir-se de um grande ensinamento para aqueles com quem convivemos diariamente, pois nas suas diferentes formas e manifestações, mostra o nosso lado divino a conectar-nos ao poder criador do universo, ao poder supremo de Deus. Quando abrimos o nosso espírito à compreensão da luz divina do amor enxergaremos a dor que reina naquele a quem nada falta e poderemos vislumbrar a paz e alegria naquele que pouco tem de material para a sua sobrevivência.

O exercício do amor pode ser praticado em todo lugar e hora, desde que tomemos consciencia da imensa força de transformação de que ele se reveste. Ele deve ser praticado em casa, no nosso convívio familiar e com amigos, através do ensino, do amparo, protecção e exemplo que demonstrarmos, na rua, no trabalho, com pessoas conhecidas ou estranhas através da tolerância, do respeito, paciência, amparo e da ajuda fraterna.

Devemos sempre ter em mente que a terra é uma escola onde estamos a aprender o amor nos seus passos iniciais, vacilantes, saindo daquele amor egoísta e exclusivista para um sentimento maior, de ligação e fraternidade com todos os seres. Procuremos então, disseminar o poder do amor para que a compreensão, o amparo e a benevolência se façam presentes na vida de todos nós e para que possamos ajudar na mudança de vibração do nosso planeta para um mundo mais harmonioso e feliz.

Tudo na vida poderá ser feito pelo poder desse sentimento nobre e elevado. Tudo o que tivermos que enfrentar na nossa experiência evolutiva, nos parecerá mais fácil, mais compreensível e tolerável, se nos guiarmos pelo amor, se o colocarmos como leme a nos levar pelos vários caminhos que tivermos que percorrer, os quais nos parecerão mais leves e tranquilos de atravessar.

Pelo poder transformador que o amor nos confere entenderemos que o sofrimento e as dores são apenas oportunidades benditas para a nossa evolução espiritual e que, se pautarmos a vida através de sua benéfica influência, veremos surgir as soluções para todos os problemas cruciais de nossa existência, trazendo-nos a vontade de lutar, de vencermos os obstáculos que nos pareciam intransponíveis e que agora apresentam-se como passíveis de serem solucionados.

O poder que o amor encerra é capaz de fazer surgir a luz quando nos defrontamos com a sombra, a alegria quando a tristeza nos visita, a esperança quando somos fustigados pelo fracasso, o consolo quando nos advém o sofrimento e a dor, a sabedoria quando nos defrontamos com a ignorância e a fraternidade, quando reerguermos os caídos e os desalentados.

Somos beneficiados quando ofertamos e recebemos o amor, pois, na medida em que ele colabora para a transformação do próximo, está a colaborar também para a nossa transformação, já que é através do seu apelo que aprendemos a libertar sentimentos, como os do perdão, da tolerância e fraternidade. Precisamos aprender a amar a nós mesmos, a fim de que possamos doar esse amor a outrem e sermos propagadores de um sentimento mais puro de fraternidade.

Entendemos que o amor tem um sentido bem amplo e nem sempre a sua demonstração quer dizer o óbvio, ou seja, o amor difere de protecção; não é passarmos a mão na cabeça dos outros, querer fazer as coisas por ele, tentar esconder o que foi praticado erradamente, deixar-se conduzir por ele, não desvincular-se de relações erradas com o argumento de que não conseguimos viver sem o outro. Devemos e precisamos de abrir a nossa mente e fugirmos da idéia de que temos o direito e devemos proteger o objecto da nossa afeição de todos os problemas e dores, aprisionando-os num círculo estreito em que ficarão à mercê da nossa vontade para manipulá-los e muitas vezes, cercearmos a sua liberdade de sentir, fazer e dizer e de seguir sua própria trajectória.

Mas, esse amor restrito faz parte da nossa caminhada; é um primeiro passo para aprendermos o sentido verdadeiro do amor que foi o que o Mestre Jesus quis nos deixar como legado para que pudéssemos caminhar e progredir mais facilmente e o que desejou exemplificar com esse sentimento libertador, ao qual ainda não nos entregamos com toda a compreensão e plenitude.

Vamos procurar colocar mais amor nas nossas acções. Falar, ouvir, sorrir, compartilhar, doar e ajudar no que estiver ao nosso alcance e veremos que, aos poucos, o amor se fará tão presente nas nossas vidas que não conseguiremos mais caminhar sem o seu poder libertador.

Muita paz e luz a todos.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

O Poder do Agora



Não cries resistência sentimental ao agora.
Deixa que as coisas sejam como são.
Ninguém tem uma vida livre de sofrimento e mágoa.
Não é uma questão de aprenderes a viver com isso, em vez de tentares evitar?
A maior parte do sofrimento humano é desnecessária. Ele forma-se sozinho, enquanto a mente superficial governa a nossa vida. O sofrimento que sentimos neste exacto momento é sempre alguma forma de não-aceitação, uma forma de resistência inconsciente ao que é.
No nível do pensamento, a resistência é uma forma de julgamento.
No nível emocional, ela é uma forma de negatividade.
O sofrimento varia de intensidade de acordo com o nosso grau de resistência ao momento actual, e isso, por sua vez, depende da intensidade com que nos identificamos com as nossas mentes. A mente procura sempre negar e escapar do Agora. 
Por outras palavras, quanto mais nos identificamos com as nossas mentes, mais sofremos. Ou ainda, quanto mais respeitamos e aceitamos o Agora, mais nos libertamos da dor, do sofrimento e da mente. Porque a mente tem o hábito de negar ou resistir ao Agora? Porque ela não consegue funcionar e permanecer no controlo sem que esteja associada ao tempo, tanto passado quanto futuro, e assim ela vê o atemporal Agora como algo ameaçador.
Na verdade, o tempo e a mente são inseparáveis.
Imagina a Terra sem a vida humana, habitada apenas por plantas e animais. Será que ainda haveria passado e futuro? Será que as perguntas "que horas são?" ou "que dia é hoje?" teriam algum sentido para um carvalho ou uma águia? Acho que eles ficariam intrigados e responderiam: "Claro que é agora. A hora é agora. O que mais existe?" Não há dúvidas de que precisamos da mente e do tempo, mas, no momento, em que eles assumem o controlo das nossas vidas, surgem os problemas, o sofrimento e a mágoa. Para ter certeza de que permanece no controlo, a mente trabalha o tempo todo para esconder o momento presente com o passado e o futuro. Assim, a vitalidade e o infinito potencial criativo do Ser, que é inseparável do Agora, ficam encobertos pelo tempo e a nossa verdadeira natureza é obscurecida pela mente.
Todos nós sofremos ao ignorar ou negar cada momento precioso ou reduzi-lo a um meio para alcançar algo no futuro, algo que só existe nas nossas mentes, nunca na realidade. O tempo acumulado na mente humana encerra uma grande quantidade de sofrimento cuja origem está no passado. Se não queres gerar mais sofrimento para ti e para os outros, não cries mais tempo, ou, pelo menos, não mais do que o necessário para lidar com os aspectos práticos da tua vida.
Como deixar de "criar" tempo?
Tendo uma profunda consciência de que o momento presente é tudo o que tu tens. Faz do Agora o foco principal da tua vida. Se antes te fixavas no tempo e fazias rápidas visitas ao Agora, inverte essa lógica, fixando-te no Agora e fazendo visitas rápidas ao passado e ao futuro quando precisares de lidar com os aspectos práticos da vida.
Diz sempre "sim" ao momento actual.
O que poderia ser mais insensato do que criar uma resistência interior a alguma coisa que já é?
O que poderia ser mais insensato do que se opor à própria vida, que é agora e sempre agora? Rende-te ao que é. Diz "sim" para a vida e vê como, de repente, a vida começa a trabalhar mais a teu favor em vez de contra ti. Às vezes, o momento actual é inaceitável, desagradável ou terrível. As coisas são como são. Observa como a mente julga continuamente o comportamento, atribuindo nomes às coisas. Entende como esse processo cria sofrimento e infelicidade.
Ao observarmos o mecanismo da mente, escapamos dos padrões de resistência e podemos então permitir que o momento actual exista. Isso dar-te-á a ti uma prova do estado de liberdade interior, o estado da verdadeira paz interior. Vê então o que acontece e parte para a acção, caso necessário ou possível. Aceita, depois aje.
O que queres que o momento actual contenha, aceita-o como uma escolha tua. Trabalha sempre com ele, não contra. Torna-o um amigo e aliado, não o teu inimigo. Isso transformará toda a tua vida, como por milagre.

(autor desconhecido)

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Dança



Tenta descobrir qual o tango que as pessoas dançam. O oprimido já é oprimido mesmo antes de atrair o opressor.E o opressor já o é antes de atrair o oprimido.


Quando eles se atraem, para quem vê de fora, parece incrível, como aquela pessoa pode oprimir tanto a outra. Mas não é bem assim. Eles encaixam e dançam o tango.

E (como vocês dizem) o tango só pode ser dançado a dois. Ninguém consegue dançar o tango sozinho. É só perceber a lógica de cada um. Em cada duas pessoas, há sempre áreas que convergem e áreas que divergem. Fará parte do livre-arbítrio e da memória de ambos escolherem a área boa, a área que tem luz, para partilharem esta vida.

Mas podem escolher a área densa que os une. E multiplicá-la até à exaustão. A escolha é de cada um. Se conseguires compreender os pólos de cada um, se conseguires desvendar o «tango» que cada um dança, depois basta desmontar essa falácia.

Quando cada um perceber que encaixa na memória kármica do outro, e que pode escolher sair de lá, pode acontecer, pode mesmo acontecer que consigam os dois ganhar consciência e sair de lá de mãos dadas.

O LIVRO DA LUZ – Pergunte, O Céu Responde,
de Alexandra Solnado

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Depois do 11.11.11



DEPOIS DO 11-11-11, AGORA O QUÊ?
Uma mensagem de Jennifer Hoffman
14 de Novembro de 2011.
11-11-11 foi um dia especial, cujo significado se estende além da sua data original. Foi especial porque o mundo inteiro compartilhou com esperança, bençãos e significado este dia. Em todo o mundo as pessoas compartilharam conversas que se concentraram na iluminação, nas possibilidades e nos potenciais. Mas o mundo não acabou (não era suposto) e continuamos com a nossa jornada da vida. Agora que o 11-11-11 veio e se foi, nós devemos concentrar-nos em levar a dinâmica da energia aos dias que se seguem. Nós fazemos isto, através da prática da integração, permanecendo alinhados com as nossas intenções e colocando-as em prática. Como qualquer outra mudança energética, é o que fazemos depois que acontece que é importante. Simplificando, o Universo liberta o pacote energético, mas temos que abri-lo e decidirmos onde o eu conteúdo deveria ir.
Eu sempre achei os dias após uma grande mudança um tanto decepcionantes. Sentimos as transmissões de energia, experienciando frequentemente efeitos colaterais físicos intensos e então temos o desapontamento, porque apesar de toda a antecipação e a actividade, o mundo parece permanecer o mesmo. A política não mudou, as guerras não terminaram, as pessoas estão ainda discutindo sobre as mesmas coisas e o mundo continua a estar à beira do caos. Mas estamos somente a ver a ponta do iceberg e o nosso desejo é que algo diferente, que é o verdadeiro indicador desta mudança, esteja a acontecer. E como nas nossas próprias vidas, isto acontece de dentro para fora. O que vemos na superfície não indica toda a atividade que está a acontecer por baixo.
A melhor maneira de usarmos a energia após o 11-11-11 é mantermos activas as nossas intenções, todos os dias. Em vez de avaliarmos os nossos resultados quando eles acontecem, devemos adquirir o hábito de vê-los como acontecendo imediatamente: a sua manifestação física é apenas o aspecto final. A nossa prática espiritual deve-se tornar mais disciplinada se quisermos entrar na nossa mestria e agirmos como verdadeiros co-criadores. Isto não significa que tenhamos que meditar todos os dias, mas significa que temos que começar a lembrarmo-nos de que somos seres espirituais e permanecermos conectados a esta energia e ao nosso poder co-criativo. Não estamos à mercê do tempo, do destino, do Carma ou do Universo. Precisamos nos ver como mestres e usarmos as nossas ferramentas de mestria para criarmos a vida e o mundo em que queremos viver.
Há uma poderosa energia disponível a todos nós, mas temos que usá-la de uma forma consciente e intencional. Isto também significa tornarmo-nos “egoístas” e atendermos as nossas próprias necessidades. É o momento de nos colocarmos em primeiro lugar nas nossas vidas para garantir que estamos a interagir com o que é o nosso bem mais elevado, com o que nos serve na vida e estarmos alinhados com o que queremos criar. Lembrem-se de respirar de modo consciente, pois a respiração é a nossa conexão com a Fonte (é o que nos mantém vivos) e quanto mais permanecermos ancorados, centrados e alinhados com o nosso propósito, teremos experiências mais amorosas e gratificantes.

Direitos Autorais 2011 – Jennifer Hoffman – www.urielheals.com



Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br

domingo, 20 de novembro de 2011

Orai


"Quando vos sentirdes angustiados, atormentados, ligai-vos ao Céu, orai, pois essas angústias, esses tormentos, são manifestações de entidades malfazejas que querem prejudicar-vos. Mas, a partir do instante em que vos ligais ao Céu, elas dizem: «Este ser utiliza a arma mais temível que nós conhecemos», e têm medo, tratam de fugir. Quando um homem ora sinceramente, utiliza as armas da luz e, pouco... depois, aproxima-se uma hoste invisível: ouve-se o frémito das asas angélicas e a debandada das entidades tenebrosas que se apressam a desaparecer, pois sabem que serão queimadas, pulverizadas.
Os espíritos do mal só temem uma coisa: a luz. Por isso, em cada momento difícil, perigoso, deveis ligar-vos imediatamente ao Criador e aumentar a luz em vós. Então, todos os seres inferiores que vos ameaçam serão neutralizados, paralisados ou banidos."

Omraam Mikhaël Aïvanhov

(In Universo Místico)