Este blog procura dar voz a todos os que sentem o apelo da LUZ nos seus corações. O que é que nós fazemos neste planeta caótico? Uma pergunta que nos invade diáriamente o espírito. Estarmos aqui é uma benção e uma oportunidade de crescer e nos tornarmos melhores pessoas e aprendermos a caminhar para sermos felizes, porque a felicidade é tangível.
sábado, 24 de março de 2012
A Culpa Faz-te Sentir Inferior
Muitas vezes as pessoas dão-te mensagens negativas, pois essa é a forma mais fácil de te manipular. Se alguém está a tentar conseguir alguma coisa procurando fazer-te sentir culpado, pergunta-te: “O que ele quer? Por que está a agir assim?” O simples facto de fazeres essa indagação a ti mesmo impede-te de aceitar silenciosamente as pressões, como se estivesses a dizer: “Sim, sou culpado, devo fazer o que ele manda”.
Muitos pais manipulam os filhos utilizando da culpa apenas porque foram criados assim e não sabem agir de outra forma. Contam até mentiras às crianças só para elas terem menos vontade própria e serem mais fáceis de educar. Ao tornar-se adulta, essa criança continua a ser manipulada por parentes ou amigos, pois não desenvolveu o seu auto-respeito.
Muitas pessoas vivem sob uma nuvem de culpa, sentem-se eternamente erradas, incapazes de darem um passo certo e não param de se desculpar. São pessoas que não se perdoam por algo que fizeram no passado, que se menosprezam pelas coisas desagradáveis que acontecem na sua vida. Se tu és desse tipo, aprende a dizer não e a chamar a atenção daqueles que estão a tentar usar o teu sentimento de culpa para te pedir alguma coisa. Vê bem, não estou a dizer que deves ser brusco ao não aceitares o jogo dos outros; treina para falar com toda a simplicidade: “Não, não posso fazer o que queres”. Não te desculpes, ou estarás a dar ao manipulador a munição de que ele precisa para te forçar a abandonar a tua decisão. Sê incisivo e explica porque achas que a ordem que te foi dada não é correcta. Quando as pessoas perceberem que manipular-te é algo que não vai dar mais resultado, vão parar de tentar. Lembra-te de que os outros só serão capazes de te controlar se tu permitires. É até possível que venhas a sentir-se culpado nas primeiras vezes em que disseres que não, mas tem em mente que negar em favor de ti mesmo é algo que vai ficando cada vez mais fácil com a prática.
Uma aluna minha deu à luz a um menino com uma doença cardíaca congênita. Ela sentia-se culpada porque acreditava que devia ter feito algo de errado durante a gravidez. Infelizmente, a culpa não conserta nada e só causa tristeza e aflição. Fiz essa mulher ver que ninguém era responsável pela enfermidade. Antes de encarnar neste mundo, a alma do filho escolhera essa experiência com o objectivo de extrair ensinamentos para ele mesmo e para a mãe. O meu conselho foi que ela deveria amar muito o bebé, amar muito a si mesma e parar de se culpar por algo que estava fora da sua alçada, criando em torno dela e do filho um ambiente tranquilo e amoroso que possibilitaria uma futura cura.
Se fizeste algo que lamentas, pára imediatamente de te culpares. Se te sentes culpado por algo que fizeste no passado, perdoa-te. Se for possível remediar o erro, não hesites em tomar as medidas necessárias para saná-lo e evita repetir a acção. Sempre que a culpa surgir na tua mente, pergunta-te: “No que ainda acredito sobre mim mesmo?”, “A quem estou a tentar agradar?” Em seguida, presta atenção às crenças da infância que vão emergir.
Agora vamos a uma palavrinha sobre acidentes de automóvel. Em geral, as pessoas que sofrem acidentes abrigam dentro de si um sentimento de culpa num nível muito profundo e têm uma grande necessidade de punição. Sentem que não têm o direito de se defender porque merecem castigo e, então, tornam-se o seu próprio juiz, júri e executor. Se estás constantemente a envolveres-te em acidentes, analisa-te e lembra-te de que chegou a hora de tu te perdoares e assim te libertares da culpa.
Uma senhora idosa que assistiu a um dos meus seminários procurou-me para contar que sentia uma culpa enorme em relação ao seu filho de meia-idade. Filho único, ele sentia-se um homem totalmente retraído. A mãe culpava-se por ter sido muita rígida na sua educação, o que na sua opinião, o levara a essa condição. Expliquei a ela que fizera o melhor possível com o conhecimento e percepção que tinha na época e que o filho a escolhera como mãe antes de encarnar nesta vida. Portanto, num nível espiritual, ele sempre soubera o que estava a fazer. Fiz com que visse também que, ao se culpar, estava a desperdiçar energia com algo que não era capaz de mudar, e aconselhei-a a dizer cada vez que sentisse emergir o sentimento de culpa: “Não, não quero sentir isso. Estou disposta a aprender a amar-me. Aceito meu filho exatamente como ele é”. A lição é sempre amar a si mesmo. Mesmo que não saibamos como nos amar, o simples facto de estarmos dispostos a isso já produz uma diferença. No caso desta senhora, o que precisava era aprender a amar-se a si mesma, e não esforçar-se para curar o filho. Creio firmemente que cada um de nós veio a esta vida para se amar pelo que é. Uma mãe, por mais carinhosa que seja, não pode fazer isso pelo filho.
As religiões organizadas frequentemente são óptimas para fazer as pessoas sentirem-se culpadas. Muitas delas chegam ao exagero a fim de manter os seus fieis na linha desejada, especialmente quando eles são muito jovens. Contudo, um adulto há muito que deixou de ser criança e não tem por que ser mantido numa determinada linha. Ele é capaz de decidir no que deseja acreditar. Sem dúvida, quando toma uma atitude diferente da que foi imposta pela sua religião, a criança que existe nele sentir-se-á culpada. Todavia, compete ao adulto mostrar à criança que existe em qualquer pessoa, que não há motivos justos para ela sentir-se assim.
Quando tu sufocas as tuas emoções crias um caos interior. Ama-te o suficiente para te permitires dar vazão às tuas emoções. Deixa que os teus sentimentos venham à tona. É possível que venhas a surpreenderes-te chorando muito ou tendo um ataque de raiva, de uma maneira que te pareça exagerada. Além disso, é bem provável que tenhas de processar muita coisa velha acumulada no teu interior. Aconselho-te a fazer afirmações que te ajudarão a tornar esse processo mais fácil, mais suave e mais confortável, como:
Eu agora liberto com facilidade todas as crenças negativas.
É agradável para mim mudar.
O meu caminho agora está-se a tornar suave.
Estou livre do passado.
Ao fazer essas afirmações, não julgues os sentimentos que forem emergindo, o que só servirá para empurrá-los ainda mais para o fundo. Se estás a enfrentar um terrível dilema ou a atravessar uma crise, repite constantemente as frases acima e afirma também que estás em perfeita segurança e disposto a sentir as tuas emoções.
O extravasamento dos teus sentimentos por intermédio das afirmações positivas trará mudanças benéficas a tua vida.
(Excerto do Livro "O PODER DENTRO DE TI", Louise Hay) - adaptado
Muitos pais manipulam os filhos utilizando da culpa apenas porque foram criados assim e não sabem agir de outra forma. Contam até mentiras às crianças só para elas terem menos vontade própria e serem mais fáceis de educar. Ao tornar-se adulta, essa criança continua a ser manipulada por parentes ou amigos, pois não desenvolveu o seu auto-respeito.
Muitas pessoas vivem sob uma nuvem de culpa, sentem-se eternamente erradas, incapazes de darem um passo certo e não param de se desculpar. São pessoas que não se perdoam por algo que fizeram no passado, que se menosprezam pelas coisas desagradáveis que acontecem na sua vida. Se tu és desse tipo, aprende a dizer não e a chamar a atenção daqueles que estão a tentar usar o teu sentimento de culpa para te pedir alguma coisa. Vê bem, não estou a dizer que deves ser brusco ao não aceitares o jogo dos outros; treina para falar com toda a simplicidade: “Não, não posso fazer o que queres”. Não te desculpes, ou estarás a dar ao manipulador a munição de que ele precisa para te forçar a abandonar a tua decisão. Sê incisivo e explica porque achas que a ordem que te foi dada não é correcta. Quando as pessoas perceberem que manipular-te é algo que não vai dar mais resultado, vão parar de tentar. Lembra-te de que os outros só serão capazes de te controlar se tu permitires. É até possível que venhas a sentir-se culpado nas primeiras vezes em que disseres que não, mas tem em mente que negar em favor de ti mesmo é algo que vai ficando cada vez mais fácil com a prática.
Uma aluna minha deu à luz a um menino com uma doença cardíaca congênita. Ela sentia-se culpada porque acreditava que devia ter feito algo de errado durante a gravidez. Infelizmente, a culpa não conserta nada e só causa tristeza e aflição. Fiz essa mulher ver que ninguém era responsável pela enfermidade. Antes de encarnar neste mundo, a alma do filho escolhera essa experiência com o objectivo de extrair ensinamentos para ele mesmo e para a mãe. O meu conselho foi que ela deveria amar muito o bebé, amar muito a si mesma e parar de se culpar por algo que estava fora da sua alçada, criando em torno dela e do filho um ambiente tranquilo e amoroso que possibilitaria uma futura cura.
Se fizeste algo que lamentas, pára imediatamente de te culpares. Se te sentes culpado por algo que fizeste no passado, perdoa-te. Se for possível remediar o erro, não hesites em tomar as medidas necessárias para saná-lo e evita repetir a acção. Sempre que a culpa surgir na tua mente, pergunta-te: “No que ainda acredito sobre mim mesmo?”, “A quem estou a tentar agradar?” Em seguida, presta atenção às crenças da infância que vão emergir.
Agora vamos a uma palavrinha sobre acidentes de automóvel. Em geral, as pessoas que sofrem acidentes abrigam dentro de si um sentimento de culpa num nível muito profundo e têm uma grande necessidade de punição. Sentem que não têm o direito de se defender porque merecem castigo e, então, tornam-se o seu próprio juiz, júri e executor. Se estás constantemente a envolveres-te em acidentes, analisa-te e lembra-te de que chegou a hora de tu te perdoares e assim te libertares da culpa.
Uma senhora idosa que assistiu a um dos meus seminários procurou-me para contar que sentia uma culpa enorme em relação ao seu filho de meia-idade. Filho único, ele sentia-se um homem totalmente retraído. A mãe culpava-se por ter sido muita rígida na sua educação, o que na sua opinião, o levara a essa condição. Expliquei a ela que fizera o melhor possível com o conhecimento e percepção que tinha na época e que o filho a escolhera como mãe antes de encarnar nesta vida. Portanto, num nível espiritual, ele sempre soubera o que estava a fazer. Fiz com que visse também que, ao se culpar, estava a desperdiçar energia com algo que não era capaz de mudar, e aconselhei-a a dizer cada vez que sentisse emergir o sentimento de culpa: “Não, não quero sentir isso. Estou disposta a aprender a amar-me. Aceito meu filho exatamente como ele é”. A lição é sempre amar a si mesmo. Mesmo que não saibamos como nos amar, o simples facto de estarmos dispostos a isso já produz uma diferença. No caso desta senhora, o que precisava era aprender a amar-se a si mesma, e não esforçar-se para curar o filho. Creio firmemente que cada um de nós veio a esta vida para se amar pelo que é. Uma mãe, por mais carinhosa que seja, não pode fazer isso pelo filho.
As religiões organizadas frequentemente são óptimas para fazer as pessoas sentirem-se culpadas. Muitas delas chegam ao exagero a fim de manter os seus fieis na linha desejada, especialmente quando eles são muito jovens. Contudo, um adulto há muito que deixou de ser criança e não tem por que ser mantido numa determinada linha. Ele é capaz de decidir no que deseja acreditar. Sem dúvida, quando toma uma atitude diferente da que foi imposta pela sua religião, a criança que existe nele sentir-se-á culpada. Todavia, compete ao adulto mostrar à criança que existe em qualquer pessoa, que não há motivos justos para ela sentir-se assim.
Quando tu sufocas as tuas emoções crias um caos interior. Ama-te o suficiente para te permitires dar vazão às tuas emoções. Deixa que os teus sentimentos venham à tona. É possível que venhas a surpreenderes-te chorando muito ou tendo um ataque de raiva, de uma maneira que te pareça exagerada. Além disso, é bem provável que tenhas de processar muita coisa velha acumulada no teu interior. Aconselho-te a fazer afirmações que te ajudarão a tornar esse processo mais fácil, mais suave e mais confortável, como:
Eu agora liberto com facilidade todas as crenças negativas.
É agradável para mim mudar.
O meu caminho agora está-se a tornar suave.
Estou livre do passado.
Ao fazer essas afirmações, não julgues os sentimentos que forem emergindo, o que só servirá para empurrá-los ainda mais para o fundo. Se estás a enfrentar um terrível dilema ou a atravessar uma crise, repite constantemente as frases acima e afirma também que estás em perfeita segurança e disposto a sentir as tuas emoções.
O extravasamento dos teus sentimentos por intermédio das afirmações positivas trará mudanças benéficas a tua vida.
(Excerto do Livro "O PODER DENTRO DE TI", Louise Hay) - adaptado
terça-feira, 20 de março de 2012
A Lenda...
Consta uma velha lenda dos índios Sioux, que uma vez, Touro Bravo, o mais valente e honrado de todos os jovens guerreiros, e Nuvem Azul, a filha do cacique, uma das mais formosas mulheres da tribo, chegaram de mãos dadas, até a tenda do velho feiticeiro da tribo.
- Nós amamo-nos... e vamos casar, disse o jovem. E amamo-nos tanto que queremos um feitiço, um conselho, ou um talismã...alguma coisa que nos garanta que poderemos ficar sempre juntos...que nos assegure que estaremos um ao lado do outro até encontrarmos a morte. Há algo que possamos fazer ?
E o velho emocionado ao vê-los tão jovens, tão apaixonados e tão ansiosos por uma palavra, disse :
- Há uma coisa a ser feita, mas é uma tarefa muito difícil e sacrificada... Tu, Nuvem Azul, deves escalar o monte ao norte dessa aldeia, e apenas com uma rede e as tuas mãos, deves caçar o falcão mais vigoroso do monte...e trazê-lo aqui com vida, até o terceiro dia depois da lua cheia.
E tu, Touro Bravo, continuou o feiticeiro, deves escalar a montanha do trono, e lá em cima, encontrarás a mais brava de todas as águias, e somente com as tuas mãos e uma rede, deverás apanhá-la trazendo-a para mim, viva!
Os jovens abraçaram-se com ternura, e logo partiram para cumprir a missão recomendada... No dia estabelecido, à frente da tenda do feiticeiro, os dois esperavam com as aves dentro de um saco.
O velho pediu, que com cuidado as tirassem dos sacos... e viu que eram verdadeiramente exemplares muito formosos...
- E agora o que fazemos? perguntou o jovem, matamo-las e depois bebemos em honra do seu sangue?
- Ou cozinhamos e depois comemos o valor da sua carne? propôs a jovem.
- Não! Disse o feiticeiro, apanhem as aves, e amarrem-nas entre si pelas patas com essas fitas de couro...quando as tiverem amarradas, soltem-nas, para que voem livres ...
O guerreiro e a jovem fizeram o que lhes foi ordenado, e soltaram os pássaros... A águia e o falcão, tentaram voar mas apenas conseguiram saltar pelo terreno. Minutos depois, irritadas pela incapacidade do vôo, as aves arremessavam-se entre si, bicando-se até se machucarem.
E o velho disse :
- Jamais se esqueçam do que virão... este é o meu conselho. Vocês são como a águia e o falcão...se estiverem amarrados um ao outro, ainda que por amor, não só viverão arrastando-se, como também, cedo ou tarde, começarão a machucar-se um ao outro...
Se quiserem que o amor entre vocês perdure...
Voem juntos....mais jamais amarrados
em POESIAS ONLINE
- Nós amamo-nos... e vamos casar, disse o jovem. E amamo-nos tanto que queremos um feitiço, um conselho, ou um talismã...alguma coisa que nos garanta que poderemos ficar sempre juntos...que nos assegure que estaremos um ao lado do outro até encontrarmos a morte. Há algo que possamos fazer ?
E o velho emocionado ao vê-los tão jovens, tão apaixonados e tão ansiosos por uma palavra, disse :
- Há uma coisa a ser feita, mas é uma tarefa muito difícil e sacrificada... Tu, Nuvem Azul, deves escalar o monte ao norte dessa aldeia, e apenas com uma rede e as tuas mãos, deves caçar o falcão mais vigoroso do monte...e trazê-lo aqui com vida, até o terceiro dia depois da lua cheia.
E tu, Touro Bravo, continuou o feiticeiro, deves escalar a montanha do trono, e lá em cima, encontrarás a mais brava de todas as águias, e somente com as tuas mãos e uma rede, deverás apanhá-la trazendo-a para mim, viva!
Os jovens abraçaram-se com ternura, e logo partiram para cumprir a missão recomendada... No dia estabelecido, à frente da tenda do feiticeiro, os dois esperavam com as aves dentro de um saco.
O velho pediu, que com cuidado as tirassem dos sacos... e viu que eram verdadeiramente exemplares muito formosos...
- E agora o que fazemos? perguntou o jovem, matamo-las e depois bebemos em honra do seu sangue?
- Ou cozinhamos e depois comemos o valor da sua carne? propôs a jovem.
- Não! Disse o feiticeiro, apanhem as aves, e amarrem-nas entre si pelas patas com essas fitas de couro...quando as tiverem amarradas, soltem-nas, para que voem livres ...
O guerreiro e a jovem fizeram o que lhes foi ordenado, e soltaram os pássaros... A águia e o falcão, tentaram voar mas apenas conseguiram saltar pelo terreno. Minutos depois, irritadas pela incapacidade do vôo, as aves arremessavam-se entre si, bicando-se até se machucarem.
E o velho disse :
- Jamais se esqueçam do que virão... este é o meu conselho. Vocês são como a águia e o falcão...se estiverem amarrados um ao outro, ainda que por amor, não só viverão arrastando-se, como também, cedo ou tarde, começarão a machucar-se um ao outro...
Se quiserem que o amor entre vocês perdure...
Voem juntos....mais jamais amarrados
em POESIAS ONLINE
sábado, 17 de março de 2012
SENTE... Não penses.
Estás sentado no jardim, o tráfego está a passar e há muito barulho e muitos sons. Tu apenas fecha os olhos e tentas encontrar o som mais subtil que existe ao teu redor.
Um corvo está a grasnar: apenas concentra-te no ruído do corvo. Todo o barulho do tráfego continua. O som é tal, é tão subtil, que não podes ficar cônscio dele a menos que tu foques a tua consciência nele. Mas se tu focares a tua consciência, todo o barulho do tráfego irá sumir e o ruído do corvo tornar-se-á o centro. E tu irás ouvi-lo, todas as nuances dele – muito sutil, mas serás capaz de ouvi-lo.
Cresce em sensibilidade. Quando tocas em algo, quando ouves, quando comes. Quando tomas banho, permite os teus sentidos ficarem abertos. E não penses – sente.
Estás de pé debaixo do chuveiro: sinte a frescura da água a cair sobre ti. Não penses sobre isso. Não vás logo a dizer, “Está muito fresco. Está frio. Está bom assim”. Não digas nada. Não verbalizes, porque na hora que verbalizas, tu perdes o sentimento. Na hora que as palavras chegam, a mente começou a funcionar. Não verbalizes. Sente a frescura, mas não digas que está fresco.
Continuamos a dizer coisas, nem mesmo conscientes do que estamos a dizer. Pára de verbalizar; só então podes aprofundar os teus sentimentos. Se os sentimentos forem aprofundados, então esta técnica pode fazer milagres em ti.
Sente: o meu pensamento
Fecha os teus olhos e sente o pensamento. Uma corrente contínua de pensamentos está lá, num continuum, num fluxo; um rio de pensamentos está a fluir. Sente esses pensamentos, sente a presença deles. E quanto mais tu sentires, mais te será revelado – camadas sobre camadas. Não somente pensamentos que estão à superfície; por trás deles existem mais pensamentos, e atrás destes existem ainda mais pensamentos – camadas sobre camadas.
E a técnica diz Sente: o meu pensamento. E prosseguimos a dizer, “Estes são meus pensamentos”. Mas sente – são eles realmente meus? Podes dizer “meu”? Quanto mais sentes, será menos possível para ti dizeres que eles são teus. Todos eles são emprestados, todos eles provêm do exterior. Eles chegaram até ti, mas eles não são teus.
Nenhum pensamento é teu – apenas pó acumulado. Mesmo se tu não puderes reconhecer a fonte de onde esse pensamento chegou até ti, nenhum pensamento é teu. Se tu tentares duramente, tu podes descobrir de onde esse pensamento chegou até ti.
Só o silencio interior é teu. Ninguém to deu. Tu nasceste com ele, e irás morrer com ele. Pensamentos foram-te dados; tu foste condicionado a eles. Se fores um hindu, tens um tipo diferente, um conjunto diferente de pensamentos; se fores um maometano, é claro, um conjunto diferente de pensamentos; se fores um comunista, novamente um conjunto diferente de pensamentos. Eles foram-te dados, ou simplemente podes tê-los pegado voluntariamente, mas nenhum pensamento é teu.
Se os pensamentos não são meus então nada importa, porque isso também é um pensamento – que és a minha esposa, ou tu és o meu marido. Isso também é um pensamento. E se basicamente o pensamento em si mesmo não é meu, então como o marido pode ser meu? Ou como pode a esposa ser minha?
Pensamentos desenraizados, o mundo inteiro é desenraizado.
Assim tu podes viver no mundo e não viver nele.
Osho, em "The Book of Secrets" Imagem por TheAlieness GiselaGiardino²³
sexta-feira, 16 de março de 2012
Nos Instantes Difíceis
Nas dificuldades do dia-a-dia, esquece os contratempos e segue em frente, recordando que Deus esculpiu em cada um de nós a faculdade de resolver os nossos próprios problemas.
A vida é aquilo que tu desejas diariamente.
A renovação autêntica tem de começar em nós mesmos.
Tu preparas o caminho para quaisquer ocorrências pensando em torno delas.
A palavra é a porta de entrada para as tuas realizações.
Carregar ressentimentos será bloquear os teus próprios recursos.
Colarizares-te é dinamitar o teu próprio trabalho.
Não sofras hoje pela neurose que talvez te venha comprovar a compreensão e a resistência, num futuro remoto.
Os problemas existirão sempre ao redor de nós e apesar de nós.
Olvida ofensas e desgosto, tribulações e sombras e continua a trabalhar o que puderes no bem de todos, recordando que o tópico mais importante do teu caminho será sempre servir.
Emmanuel
Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
quinta-feira, 15 de março de 2012
Subir
Ouve os sinos a tocar. Ouves? Eles estão a chegar, para anunciar que já estás preparado para a próxima jornada. Para o próximo plano. Para o próximo patamar. Não, não vais morrer. Vais apenas aí, nessa vida, subir de nível. Subir de frequência.
Todas as tuas células estão a vibrar mais depressa, fruto das experiências que tens tido e da consequente purificação que tens sofrido. O mundo energético está pronto para te fazer subir, lá para o alto, a nível de frequência vibracional. E lá em cima, talvez até te seja mais difícil viver, visto continuares aí em baixo, no quotidiano da matéria. Mas esse é o desafio. Uma conduta energética exemplar.
Não ajeites as coisas só porque ficas mais confortável. Encara os teus medos. Não tentes controlar os acontecimentos. Não controles as pessoas, não manipules. Nunca faças nada de que não te orgulhes. Estes são os meus conselhos de sábio ancião para que possas viver aí em baixo de uma maneira espiritualmente saudável.
E, mais do que tudo, encontra a tua essência. Torna-a uma prioridade da tua vida. Fala com ela e ouve o que ela quer. E se começares a perceber que ela te faz feliz, avança. Não tenhas medo. Pode ser uma das raras ocasiões em que te é dada a conhecer a tua alma.
Jesus
O LIVRO DA LUZ – Pergunte, O Céu Responde,
de Alexandra Solnado
terça-feira, 13 de março de 2012
Bons Pensamentos Geram Boas Energias
A existência da aura ou do campo energético que envolve o nosso corpo físico, é uma confirmação científica realizada através da bioeletrografia que ajuda a detectar o aparecimento de enfermidades no organismo humano.
Há muitos anos, religiões e filosofias orientais, associadas a origem do espiritismo no ocidente, orientam a prática da meditação e do pensamento elevado como forma de higienizar a mente e depurar o espírito.
Quando temos uma aura saudável, temos uma proteção natural que atrai energias afins com o nosso estado de ser diante do universo. Mas quando este campo energético sofre uma interferência desarmonizadora, que pode ser de origem emocional, psíquica ou espiritual, a aura fica exposta à ação de energias menos positivas.
Por isso, somos o resultado daquilo que sintonizamos. E os nossos pensamentos e atos no quotidiano da vida são responsáveis por esta sintonia que pode ser de alta ou de baixa frequência vibratória.
Quando direcionamos o foco da vida para o bem, aos poucos, internalizamos um modelo comportamental fundamentado na prática do amor. O exercício sistemático e desinteressado desta filosofia de vida, depura a nossa aura e elimina as energias negativas que trazemos do passado.
O campo áurico é a nossa verdadeira identidade universal. É a forma como os desencarnados e alguns encarnados portadores de percepção suprasensorial nos vêem, sem os disfarces que encobrem a verdade de cada um.
Uma mente contaminada por pensamentos e atos negativos cometidos contra o outrem, reflete um psiquismo enfermo e uma aura desarmonizada pela relação com energias afins. É do pacificador Mahatma Gandhi a célebre mensagem: "Comece por você mesmo a transformação que deseja ver no mundo". Ou a frase do escritor Aldous Huxley ao registrar a importância do amor nas relações interpessoais: "Convenientemente aplicado a qualquer situação, o amor vence sempre. É um fato que se verifica empíricamente. O amor é a melhor política. A melhor não só para os que são amados, mas também para quem ama, pois o amor é um potencial de energia". Mensagens e gestos que parecem isolados e irracionais, mas quando associados a milhares de mensagens do género espalhadas pelo planeta, ganham força à medida que o homem se consciencializa com as mudanças previstas para o terceiro milénio, a Era da Sensibilidade.
A fórmula para a mudança interior refletida na aura, é simples, objetiva e natural: "bons pensamentos geram boas energias..." E o instrumento de uso desta reforma é o livre-arbítrio, condição inerente aos seres dotados de inteligência e capacidade de discernimento.
O egocentrismo, o pessimismo e a agressividade, são polos geradores de energias negativas que interferem no campo áurico do indivíduo adulto. Desprotegida, a aura fica suscetível à invasão de energias menos positivas que representam a origem de muitas doenças nas esferas psíquica e física do ser humano.
Neste sentido, a Psicoterapia Interdimensional tem atendido muitos casos em que a energia do passado continua a atuar no presente, envolvendo o indivíduo em verdadeiros "síndromes" de culpa ou de vitimização, dissimuladas em crises depressivas, fóbicas ou de pânico.
O desprendimento de energias negativas do pretérito, ocorre quando o indivíduo, a partir da clareza das suas origens, processa, conscientemente, a mudança comportamental em relação ao seus efeitos, traduzidos como dor ou sofrimento psíquico.
Embora, processados ou emitidos num nivel inconsciente ou semi-consciente, os pensamentos negativos variam de intensidade ou intencionalidade. Porém, são todos de característica autodestrutiva, ou seja, prejudicam somente o agente emissor da energia. Nesta direção, a malediscência, observada nas suas diversas formas e praticada sistemáticamente, reflete um vício comportamental - e de caráter -, que compromete a saúde do indivíduo no seu sentido mais amplo: o da transcendência do espírito.
Contudo, independentemente do grau de intensidade ou intencionalidade, a energia negativa pode ser substituída por energias restauradoras da saúde humana. Se tu tiveres dúvidas sobre esta afirmação, faz um teste de autocontrole que consiste em praticar durante sete dias seguidos, pensamentos elevados no bem e direcionados a ti próprio, ao outrem e ao planeta Terra. Finalizado o teste, faz uma avaliação e verifica o saldo da experiência por ti mesmo.
por Flávio Bastos - flaviolgb@terra.com.br
(adaptado)
Há muitos anos, religiões e filosofias orientais, associadas a origem do espiritismo no ocidente, orientam a prática da meditação e do pensamento elevado como forma de higienizar a mente e depurar o espírito.
Quando temos uma aura saudável, temos uma proteção natural que atrai energias afins com o nosso estado de ser diante do universo. Mas quando este campo energético sofre uma interferência desarmonizadora, que pode ser de origem emocional, psíquica ou espiritual, a aura fica exposta à ação de energias menos positivas.
Por isso, somos o resultado daquilo que sintonizamos. E os nossos pensamentos e atos no quotidiano da vida são responsáveis por esta sintonia que pode ser de alta ou de baixa frequência vibratória.
Quando direcionamos o foco da vida para o bem, aos poucos, internalizamos um modelo comportamental fundamentado na prática do amor. O exercício sistemático e desinteressado desta filosofia de vida, depura a nossa aura e elimina as energias negativas que trazemos do passado.
O campo áurico é a nossa verdadeira identidade universal. É a forma como os desencarnados e alguns encarnados portadores de percepção suprasensorial nos vêem, sem os disfarces que encobrem a verdade de cada um.
Uma mente contaminada por pensamentos e atos negativos cometidos contra o outrem, reflete um psiquismo enfermo e uma aura desarmonizada pela relação com energias afins. É do pacificador Mahatma Gandhi a célebre mensagem: "Comece por você mesmo a transformação que deseja ver no mundo". Ou a frase do escritor Aldous Huxley ao registrar a importância do amor nas relações interpessoais: "Convenientemente aplicado a qualquer situação, o amor vence sempre. É um fato que se verifica empíricamente. O amor é a melhor política. A melhor não só para os que são amados, mas também para quem ama, pois o amor é um potencial de energia". Mensagens e gestos que parecem isolados e irracionais, mas quando associados a milhares de mensagens do género espalhadas pelo planeta, ganham força à medida que o homem se consciencializa com as mudanças previstas para o terceiro milénio, a Era da Sensibilidade.
A fórmula para a mudança interior refletida na aura, é simples, objetiva e natural: "bons pensamentos geram boas energias..." E o instrumento de uso desta reforma é o livre-arbítrio, condição inerente aos seres dotados de inteligência e capacidade de discernimento.
O egocentrismo, o pessimismo e a agressividade, são polos geradores de energias negativas que interferem no campo áurico do indivíduo adulto. Desprotegida, a aura fica suscetível à invasão de energias menos positivas que representam a origem de muitas doenças nas esferas psíquica e física do ser humano.
Neste sentido, a Psicoterapia Interdimensional tem atendido muitos casos em que a energia do passado continua a atuar no presente, envolvendo o indivíduo em verdadeiros "síndromes" de culpa ou de vitimização, dissimuladas em crises depressivas, fóbicas ou de pânico.
O desprendimento de energias negativas do pretérito, ocorre quando o indivíduo, a partir da clareza das suas origens, processa, conscientemente, a mudança comportamental em relação ao seus efeitos, traduzidos como dor ou sofrimento psíquico.
Embora, processados ou emitidos num nivel inconsciente ou semi-consciente, os pensamentos negativos variam de intensidade ou intencionalidade. Porém, são todos de característica autodestrutiva, ou seja, prejudicam somente o agente emissor da energia. Nesta direção, a malediscência, observada nas suas diversas formas e praticada sistemáticamente, reflete um vício comportamental - e de caráter -, que compromete a saúde do indivíduo no seu sentido mais amplo: o da transcendência do espírito.
Contudo, independentemente do grau de intensidade ou intencionalidade, a energia negativa pode ser substituída por energias restauradoras da saúde humana. Se tu tiveres dúvidas sobre esta afirmação, faz um teste de autocontrole que consiste em praticar durante sete dias seguidos, pensamentos elevados no bem e direcionados a ti próprio, ao outrem e ao planeta Terra. Finalizado o teste, faz uma avaliação e verifica o saldo da experiência por ti mesmo.
por Flávio Bastos - flaviolgb@terra.com.br
(adaptado)
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